ACALMILFITO
FitoterápicoAtualizado em 06 de julho de 2026
ACALMILFITO é um medicamento fitoterápico, do fabricante MULTILAB INDUSTRIA E COMERCIO DE PRODUTOS FARMACEUTICOS LTDA, registro ANVISA 118190216.
💊 Informações da bula
Cada comprimido revestido de Acalmilfito contém: Extrato seco de Valeriana (Valeriana officinalis L.)............................................................................ 40 mg Padronizado em 0,332mg (0,83%) de ácidos sesquiterpênicos totais expressos como ácido valerênico. Extrato seco de Crataegus (Crataegus rhipidophylla Gand.) .............................................................. 30 mg Padronizado em 1,38mg (4,60%) de Flavonóides totais expressos como hiperosídeo. Extrato seco de Passiflora (Passiflora incarnata L.) ........................................................................... 50 mg Padronizado em 2,025mg (4,05%) de Flavonóides totais expressos como Vitexina. excipiente* q.s.p ............................................................................... .......................................... 1 com. rev. *dióxido de silício, croscarmelose sódica, celulose microcristalina + lactose monoidratada, estearato de magnésio, hipromelose + etilcelulose + citrato de trietila, dióxido de titânio, azul de indigotina 132 laca de alumínio e aroma de menta. USO ORAL USO ADULTO II-
ESTE PRODUTO? Modo de usar Você deve usar este medicamento por via oral, engolindo o comprimido revestido com um pouco de água. Posologia Como sedativo leve e auxiliar nos distúrbios do sono (insônia) associados à ansiedade: 2 (dois) comprimidos revestidos antes das principais refeições (almoço e jantar), totalizando 4 comprimidos revestidos ao dia, ou a critério médico. O comprimido revestido deve ser tomado por via oral, com um pouco de água. Para se alcançar o melhor resultado, recomenda-se que o produto seja tomado continuamente por um período entre duas e quatro semanas. A ação da Valeriana officinalis l., um dos componentes do Acalmilfito®, é gradual, e os resultados surgem após alguns dias de uso. Deve-se procurar um médico após duas semanas de uso contínuo, caso os sintomas persistam, ou em qualquer momento, se houver piora dos sintomas. Os produtos tradicionais fitoterápicos não devem ser administrados pelas vias injetável e oftálmica. Este produto não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
DE USAR ESTE PRODUTO? Você deve evitar o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Acalmilfito®. O álcool pode aumentar a ação deste medicamento (potencialização do efeito sedativo), causando sonolência excessiva. Você não deve ingerir os comprimidos revestidos de Acalmilfito® juntamente com qualquer outra medicação sem o conhecimento de seu médico. Não é recomendado o uso de Acalmilfito® juntamente com os seguintes medicamentos, a não ser sob orientação médica: • medicamentos anti-histamínicos (ex: loratadina e clemastina), • medicamentos sedativos (ex: morfina, pentobarbital, fenobarbital e hexobarbital), ansiolíticos (ex: alprazolam, diazepam, lorazepam) – pode causar o aumento da ação destes medicamentos, sendo perigoso à saúde; • varfarina – pode causar o aumento do efeito anticoagulante do medicamento; • medicamentos para controlar a pressão arterial (ex: atenolol, propranolol, anlodipino, diltiazem) – pode causar o aumento do efeito destes medicamentos, levando a diminuição da pressão arterial; • medicamentos utilizados para disfunção erétil (ex: sildenafila e vardenafila) – pode causar diminuição da pressão arterial; • medicamentos para doenças do coração (ex: digoxina, isossorbida) – pode aumentar o efeito destes medicamentos, sendo perigoso à saúde. • drogas inibidoras da monoaminaoxidase – IMAO (ex: isocarboxazida, fenelzina e tranilcipromina) – pode aumentar o efeito destes medicamentos. • anfetaminas - pode provocar um bloqueio parcial do efeito das anfetaminas. Não há casos relatados que o uso deste produto interaja com plantas e alimentos. Durante o período de uso, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimido revestido. Contém os corantes dióxido de titânio e azul de indigotina 132 laca de alúminio. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose- galactose. Caso os sintomas persistam ou piorem, ou apareçam reações indesejadas não descritas na embalagem ou no folheto informativo, interrompa seu uso e procure orientação do profissional de saúde. Se você utiliza medicamentos de uso contínuo, busque orientação de profissional de saúde antes de utilizar este produto. Este produto não deve ser utilizado por período superior ao indicado, ou continuamente, a não ser por orientação de profissionais de saúde. Informe ao seu profissional de saúde todas as plantas medicinais e…
ESTE PRODUTO? Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico se está grávida ou se está amamentando. Você deverá procurar o seu médico caso fique grávida logo após o tratamento. Acalmilfito® não deve ser utilizado caso você seja alérgico a algum componente da fórmula. Acalmilfito® não deve ser utilizado caso você tenha pressão baixa. O uso de Acalmilfito® é restrito a adultos, não sendo recomendado seu uso em menores de 18 anos. Mulheres grávidas ou amamentando não devem utilizar este produto, já que não há estudos que possam garantir a segurança nessas situações. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
QUE ESTE PRODUTO PODE ME CAUSAR? Em geral os componentes da fórmula não provocam efeitos colaterais graves. Raras vezes podem surgir dores de cabeça, sonolência excessiva ou batedeiras no peito, tonturas, náuseas e vômitos. Não há relatos de superdosagem para Crataegus rhipidophylla Gand., nem para Passiflora incarnata L. Ainda não está estabelecida a dose tóxica para a Valeriana officinalis L. Nos casos de superdosagem, o esperado é uma extensão dos eventos adversos relatados com o uso do produto. Fadiga (cansaço), tontura, midríase (dilatação da pupila), sensação de aperto no peito, cólicas, dor abdominal e tremores das mãos e dos pés foram relatados após a ingestão intencional de raiz de valeriana. Em um caso de ingestão de 23,5g, foram registrados sintomas leves de fadiga (cansaço), cólicas abdominais, dor no peito, tremor nas mãos e midríase (dilatação da pupila), que desapareceram ao fim de 24 horas. Constam relatos apenas de sintomas moderados, em casos de ingestão de doses superiores em até 20 vezes à dose recomendada, cuja resolução ocorreu em até 24 horas. Na literatura, também estão descritos casos de superdosagem por via oral com valeriana; e em todos eles os sintomas são semelhantes: dor abdominal, hipotensão (pressão baixa), fadiga (cansaço), tremor, tontura, dor no peito, letargia (sonolência excessiva), e midríase (dilatação da pupila). O tratamento deve ser sintomático e de suporte. A frequência de ocorrência dos efeitos indesejáveis não é conhecida. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Outras versões de VALERIANA OFFICINALIS L., CRATAEGUS RHIPIDOPHYLLA GAND., Passiflora incarnata L.
As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.