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ÁCIDO URSODESOXICÓLICO

Genérico

Atualizado em 06 de julho de 2026

Preço máximo
R$ 17,65
PF CMED

ÁCIDO URSODESOXICÓLICO é um medicamento genérico da classe colagogos, colereticos e hepatoprotetores, do fabricante EMS S/A, registro ANVISA 102351384. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 17,65.

Registro ANVISA
102351384
Vencimento registro
2031-08
Classe terapêutica
COLAGOGOS, COLERETICOS E HEPATOPROTETORES
Princípio ativo
ÁCIDO URSODESOXICÓLICO
Fabricante
ems s a

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

Este medicamento é indicado para doenças hepatobiliares (doenças do fígado e vias biliares) e colestáticas crônicas nas seguintes situações: - Dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase ou coledocolitíase sem colangite ou colecistite por cálculos não radiopacos com diâmetro inferior a 1,5 cm, que recusaram a intervenção cirúrgica ou apresentam contraindicações para a mesma, ou que apresentam supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal; - Tratamento da forma sintomática da cirrose biliar primária; - Litíase residual do colédoco (pedra residual no canal da vesícula biliar) ou síndrome pós-colecistectomia (formação de novas pedras após cirurgia das vias biliares); - Dispepsia (sintomas como dor abdominal, azia e sensação de estômago cheio) na vigência de colelitíase ou pós-colecistectomia (doenças da vesícula biliar, com ou sem cálculos e, pós-operatório de cirurgia da vesícula biliar); - Discinesias (alterações do funcionamento) de conduto cístico ou da vesícula biliar e síndromes associadas; - Hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia (alterações lipêmicas por aumento do colesterol e/ou triglicérides); - Terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea (dissolução de cálculos biliares por ondas de choque) para a dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase; - Alterações qualitativas e quantitativas da bile (colestases), inclusive profilaxia dos cálculos biliares após cirurgia bariátrica ou rápida perda ponderal (devido à supersaturação do colesterol).

🧪Composição

Cada comprimido de 50 mg contém: ácido ursodesoxicólico...........................................................................................................................50 mg excipiente* q.s.p.....................................................................................................................................1 com *povidona, crospovidona, lactose monoidratada e estearato de magnésio. Cada comprimido de 150 mg contém: ácido ursodesoxicólico.........................................................................................................................150 mg excipiente* q.s.p.....................................................................................................................................1 com *povidona, crospovidona, lactose monoidratada e estearato de magnésio. Cada comprimido de 300 mg contém: ácido ursodesoxicólico.........................................................................................................................300 mg excipiente* q.s.p.....................................................................................................................................1 com *povidona, crospovidona, lactose monoidratada e estearato de magnésio. II –

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Tome o ácido ursodesoxicólico exatamente conforme a orientação de seu médico. A disponibilidade de apresentações de 50, 150 e 300 mg permite que sejam adotados diferentes esquemas posológicos de acordo com cada indicação clínica específica. Todos esses esquemas posológicos ficam facilitados com o ajuste das administrações de comprimidos de 50, 150 e 300 mg de acordo com a dose diária total. Para uso prolongado, com o intuito de se reduzir as características litogênicas da bile, a posologia média é de 5 a 10 mg/kg/dia. Na maior parte desses casos, a posologia média fica entre 300 e 600 mg (após e durante as refeições e à noite). Para se manter as condições ideais para dissolução de cálculos já existentes, a duração do tratamento deve ser de pelo menos 4 a 6 meses, podendo chegar a 12 meses ou mais, ininterruptamente e deve ser prosseguido por 3 a 4 meses após o desaparecimento comprovado radiologicamente ou ecograficamente dos mesmos cálculos. O tratamento não deve, entretanto, superar dois anos. Nas síndromes dispépticas e na terapia de manutenção, geralmente são suficientes doses de 300 mg por dia, divididas em 2 a 3 administrações. Estas doses podem ser modificadas a critério médico, particularmente considerando- se a ótima tolerabilidade do produto, que permite de acordo com cada caso adotar doses sensivelmente maiores. Em pacientes em tratamento para dissolução de cálculos biliares é importante verificar a eficácia do medicamento mediante exames colecistográficos a cada 6 meses. Na terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea, o tratamento prévio com ácido ursodesoxicólico aumenta os resultados da terapêutica litolítica. As doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico, sendo em média de 600 mg ao dia. Na cirurgia bariátrica a dose ideal é 600mg/dia, divididos em duas tomadas de 300mg. Pacientes com intolerância podem tentar redução da dose para 300mg/dia em uma ou duas tomadas – conforme a orientação médica. Na cirrose biliar primária as doses podem variar de 10 a 16 mg/kg/dia, de acordo com os estágios da doença (I, II, III e IV) ou a critério médico. É recomendado realizar acompanhamento dos pacientes através de testes de função hepática e dosagem de bilirrubinas. A dose diária deve ser administrada em 2 ou 3 vezes, dependendo da apresentação utilizada, após as refeições. Poderá ser administrada a metade da dose diária após o jantar. Ingerir os comprimidos com um copo de água ou leite. Quando o pacie…

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Durante os primeiros 3 meses de tratamento, os parâmetros de função hepática AST (TGO), ALT (TGP) e gama GT devem ser monitorados pelo médico a cada 4 semanas e depois a cada 3 meses. Este monitoramento, além de identificar os pacientes respondedores e não respondedores que estão em tratamento, também permitirá a detecção precoce de uma potencial deterioração hepática, particularmente em pacientes com estágio avançado de cirrose biliar primária. Quando usado na dissolução de cálculos biliares de colesterol: Um pré-requisito para iniciar o tratamento que visa a dissolver cálculos vesiculares com o ácido ursodesoxicólico é a sua origem no colesterol. Um indicador confiável é a sua radiotransparência (transparência aos raios-X). Os cálculos biliares com grande probabilidade de dissolução são os de pequenas dimensões, presentes numa vesícula biliar funcionante. Em pacientes sob tratamento de dissolução de cálculos biliares, é adequado verificar a eficácia da droga por meio de colecistografia ou exames ecográficos a cada 6 meses. Se não for possível visualizar a vesícula biliar em exames de raio-X, em casos de cálculos biliares calcificados, comprometimento da contratilidade da vesícula biliar, ou episódios frequentes de cólica biliar, o ácido ursodesoxicólico não deve ser utilizado. Pacientes femininas fazendo uso do ácido ursodesoxicólico para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais podem aumentar a litíase biliar. No tratamento de cirrose biliar primária em estágio avançado casos muito raros de descompensação de cirrose hepática regrediram parcialmente após a descontinuidade do tratamento. Em pacientes com cirrose biliar primária, em raros casos os sintomas clínicos podem piorar no início do tratamento, por exemplo, a coceira pode aumentar. Neste caso a dose do ácido ursodesoxicólico deve ser reduzida e gradualmente elevada novamente. A dose deve ser reduzida em caso de diarreia , caso ela persista, a terapia deve ser descontinuada. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de Lapp lactase, ou má absorção de glicose galactose, não devem tomar este medicamento. Ácido ursodesoxicólico não influencia sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Uso em idosos Deve-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento, salvo em situações especiais. Gravidez e lactação Estudos em animais não demon…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? O ácido ursodesoxicólico não deve ser utilizado em casos de: - Alergia ao ácido ursodesoxicólico e/ou a qualquer um dos componentes da formulação; - Úlcera péptica (gástrica ou duodenal) em fase ativa; - Doença intestinal inflamatória e outras condições do intestino delgado, cólon e fígado, que possam interferir com a circulação entero-hepática dos sais biliares (ressecção ileal e estoma, colestase intra e extra -hepática, doença hepática severa); - Cólicas biliares frequentes; - Inflamação aguda da vesícula biliar ou trato biliar; - Oclusão do trato biliar (oclusão do ducto biliar comum ou um ducto cístico); - Contratilidade comprometida da vesícula biliar; - Cálculos biliares calcificados radiopacos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? A avaliação dos efeitos indesejáveis é baseada em dados de frequência. Reação comum (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): relatos de fezes pastosas e diarreia. Reação muito rara (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): severa dor abdominal superior direita durante tratamento de cirrose biliar primária; descompensação hepática foi observada em terapia de estágios avançados de cirrose biliar primária que regrediu parcialmente após a descontinuidade do tratamento; urticária; calcificação de cálculos. Os seguintes eventos adversos foram identificados após a comercialização de ácido ursodesoxicólico com frequência desconhecida: aumento da fosfatase alcalina, aumento da bilirrubina, aumento das transaminases, constipação e vômitos, mal-estar, tontura, dor de cabeça, mialgia, tosse, edema periférico, pirexia, icterícia, angioedema e prurido. Alguns eventos adversos foram descritos durante ensaios clínicos e em muitos casos, a relação de causalidade com ácido ursodesoxicólico não foi estabelecida (mas também não foi descartada), são eles: úlcera péptica, náusea, anorexia, esofagite, dispepsia, rash cutâneo, astenia, elevação da creatinina, elevação da glicose sanguínea, leucopenia e trombocitopenia. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

💰 Preços regulados (CMED)

📊 Tabela CMED — Abril/2026
RegimePFPMVG
0%R$ 17,65R$ 13,85
12%R$ 20,06R$ 15,74
17%R$ 21,27R$ 16,69
17,5%R$ 21,39R$ 16,78
18%R$ 21,52R$ 16,89
19%R$ 21,79R$ 17,10
20%R$ 22,06R$ 17,31
PF = Preço de FábricaPMVG = Preço Máximo de Venda ao Governo

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Aviso legal

As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.