AMPICILINA
GenéricoAtualizado em 05 de outubro de 2026
AMPICILINA é um medicamento genérico da classe penicilina de amplo espectro, do fabricante EMS S/A, registro ANVISA 102350431. Preço Máximo ao Consumidor (PMC, CMED, ref. 24/09/2026): de R$ 18,69 a R$ 94,86, conforme a alíquota de ICMS, em 5 apresentações.
💊 Informações da bula
Infecções do trato urinário, respiratório, digestivo e biliar. Infecções localizadas ou sistêmicas especialmente causadas por germes do grupo dos enterococos, Haemophilus, Proteus, Salmonella e E. coli. A ampicilina pode ser administrada durante a gravidez. Está indicada nas infecções bucais, extrações infectadas e outras intervenções cirúrgicas.
Cada comprimido de 500 mg contém: ampicilina anidra..............................................................500 mg excipiente* q.s.p. ............................................................. 1 comp. * Excipientes: amido, corante alumínio laca amarelo tartrazina 5, corante alumínio laca azul nº 1, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, macrogol, celulose microcristalina e talco.
Os comprimidos de ampicilina devem ser engolidos com um pouco de líquido. A ingestão de alimentos interfere na absorção de ampicilina, portanto recomenda-se sua tomada pelo menos 30 minutos antes ou 2 horas depois das refeições. Tomar 1 comprimido de ampicilina 500 mg a cada 6 a 8 horas, por um período mínimo de 7 dias. Para pacientes com insuficiência renal severa (mal funcionamento dos rins grave), com taxa de filtração glomerular de 30 mL/min ou menos, a redução da dose é recomendada. Uma dose diária de 3 comprimidos de ampicilina 500 mg não deve ser excedida em casos de doença nos rins em estágio final (correspondente a ¼ da maior dose padrão). - Interrupção do tratamento A interrupção do tratamento leva à recidiva do quadro, com restabelecimento dos sinais e sintomas. - Duração do tratamento A duração do tratamento depende da gravidade do caso e do andamento clínico e bacteriológico. Em princípio, o tratamento deve ser continuado por pelo menos 3 dias após a temperatura do paciente voltar ao normal ou os sintomas clínicos desaparecerem. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
- Precauções Pacientes com infecções virais como mononucleose, leucemia linfática e AIDS apresentam grande risco de rash (tipo de reação alérgica de pele). Caso aconteça rash cutâneo, a ingestão de ampicilina deve ser interrompida e você deve procurar seu médico. A ampicilina deve ser usada com cautela em pacientes com antecedentes para reações alérgicas, tais como asma brônquica (bronquite), febre do feno (reação alérgica ao pólen) ou urticária (reações de coceira) devida à sua predisposição para reações alérgicas e em pacientes com problemas nos rins, neste caso, fale com seu médico, pois ele poderá fazer ajuste da dose utilizada. A administração repetida e por longo período de ampicilina pode provocar infecção por bactérias e fungos resistentes. Se você está grávida, fale com seu médico antes de iniciar o tratamento com ampicilina. A ampicilina só deve ser utilizada durante a gravidez e amamentação quando estritamente indicado, especialmente durante o primeiro trimestre. Se você está amamentando, fale com seu médico antes de iniciar o tratamento com ampicilina. Como a ampicilina passa para o leite materno, podem ocorrer diarreia e infecções por fungos em lactentes. Não existem até o momento indícios de carcinogênese (desenvolvimento de câncer), mutagênese (desenvolvimento de mutação nos genes), teratogênese (alterações de desenvolvimento no feto) ou alterações de fertilidade. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. ATENÇÃO: Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. - Interações Medicamentosas O uso concomitante com contraceptivos (medicamentos para evitar a gravidez) pode reduzir a eficácia dos contraceptivos. O uso concomitante com alopurinol pode aumentar a incidência de rash (tipo de reação alérgica da pele). A administração concomitante de probenecida (medicamento utilizado no tratamento complementar de infecções) causa um aumento dos níveis de ampicilina no sangue. Caso seu médico solicite exames de urina para a presença de glicose durante o tratamento com ampicilina, informe ao laboratório que você está utilizando ampicilina, pois pode haver interferência sobre os resultados (falsos positivos são frequentes).…
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Você não deve utilizar a ampicilina se for alérgico às penicilinas ou a qualquer outro componente da formulação. Em pacientes com hipersensibilidade (alergia), deve-se ter atenção especial com possível sensibilidade cruzada com outros antibióticos beta-lactâmicos, como por exemplo, cefalosporinas. Existe risco claramente aumentado de rash cutâneo (lesões na pele semelhante ao sarampo com vermelhidão e inchaço: rash induzido por ampicilina) em pacientes com infecções virais, em particular mononucleose, e em pacientes com leucemia linfática. Portanto, a ampicilina não deve ser administrada à pacientes com estas doenças.
- Reações Gastrintestinais: Frequentemente ocorrem fezes amolecidas, diarreia, náusea, vômito ou flatulência (gases), especialmente após administração oral. Casos de colite pseudomembranosa (inflamação do intestino causada pela bactéria Clostridium difficile) e hemorrágica (com perda de sangue) foram relatados raramente. De modo geral, a diarreia deixa de ocorrer rapidamente ao longo do tratamento ou quando o antibiótico é descontinuado. Entretanto, diarreia grave persistente pode ser um indicativo de enterocolite pseudomembranosa induzida por antibiótico que pode ser fatal. Nestes casos, a ampicilina deve ser descontinuado imediatamente e deve-se instituir terapia adequada (por exemplo, vancomicina 250 mg oralmente, quatro vezes por dia). Medicamentos inibidores da peristalse são contraindicados. Foram relatadas alterações temporárias do paladar e boca seca. - Reações de hipersensibilidade (alérgicas): Comum (aproximadamente 10% dos casos): reações na pele típicas da ampicilina – exantema morbiliforme, vermelhidão e coceira podem ocorrer cerca de 5 a 11 dias após o início do tratamento. Rash cutâneo (tipo de reação alérgica da pele com vermelhidão e inclaço) também pode ocorrer alguns dias após o fim do tratamento com a ampicilina. Reações cutâneas ocasionais agudas leves a moderadas, tais como eritema multiforme (vermelhidão da pele), com sensação de calor, prurido (coceira) e urticária (vergões ou placas avermelhadas na pele que causam muita coceira e/ou sensação de queimação) são sinais de reação de urticária imediata ou eosinofilia (aumento dos eosinófilos no sangue: células que participam do processo alérgico). Devem-se tomar medidas apropriadas em caso de reações da pele: tratamento com ampicilina ou outras penicilinas podem ser continuados mesmo na ocorrência de rash induzido tipo sarampo por penicilina. Em caso de alergia à penicilina (por exemplo, reação de urticária imediata), o tratamento com ampicilina deve ser descontinuado e não deve ser substituído por nenhuma outra penicilina.…
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💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.