CILINON
SimilarAtualizado em 06 de julho de 2026
CILINON é um medicamento similar da classe penicilina de amplo espectro, do fabricante BLAU FARMACÊUTICA S.A., registro ANVISA 116370098. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 472,04.
💊 Informações da bula
A ampicilina está indicada no tratamento de diversas infecções causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento. São elas: -Infecções do trato urinário (infecções urinárias); -Infecções do trato respiratório (amidalites, sinusites, pneumonias); -Infecções do trato digestivo e biliar (infecções intestinais e da vesícula biliar); -Infecções localizadas ou sistêmicas (generalizadas), especialmente as causadas por microrganismos do grupo enterococos, Haemophilus, Proteus, Salmonella e E. coli; -Infecções bucais, extrações dentárias infectadas e outras intervenções cirúrgicas.
Cada frasco-ampola de 500 mg contém: ampicilina sódica...................................................................................................................................................... 500 mg Cada frasco-ampola de 1000 mg contém: ampicilina sódica.................................................................................................................................................... 1000 mg Cada ampola de diluente contém: água para injetáveis...................................................................................................................................................... 5 mL I)
ESTE MEDICAMENTO? Cuidados especiais de manuseio e armazenamento Inspecione visualmente a solução reconstituída antes da administração. Não utilize o produto se houver mudança de coloração ou presença de material particulado, ou qualquer outra alteração que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento. Os frascos-ampola não devem ser abertos, uma vez que são estéreis. O produto deve ser utilizado imediatamente após a reconstituição. Com a finalidade de evitar o aparecimento de partículas de borracha após a inserção da agulha no frasco-ampola, proceder da seguinte forma: 1. Encaixar uma agulha de injeção de no máximo 0,8 mm de calibre; 2. Encher a seringa com o diluente apropriado; 3. Segurar a seringa verticalmente à borracha; 4. Perfurar a tampa dentro da área marcada, deixando o frasco-ampola firmemente na posição vertical; 5. É recomendado não perfurar mais de 4 vezes na área marcada. (ISO 7864). Posologia A ampicilina, princípio ativo deste medicamento, atinge níveis no sangue eficazes quando administrada por via oral. Sendo assim, deve-se preferir esta via de administração. Nos casos de impedimento, pode-se utilizar a via injetável e passar para a via oral assim que possível. Este medicamento é indicado para o uso em adultos e crianças. Uma infecção mais grave pode determinar uma dosagem maior do que as usuais em adultos. As doses recomendadas para crianças destinam-se aquelas cujo peso não resulte em doses mais altas que para adultos. A critério médico e de acordo com a maior ou menor gravidade da infecção recomenda-se a seguinte posologia: INFECÇÃO ADULTOS CRIANÇAS Vias Respiratórias (amidalites, 25-50 mg/kg/dia em doses 200-500 mg a cada 6 horas sinusites, pneumonias) iguais em cada 6 a 8 horas Trato Gastrintestinal (infecções 50-100 mg/kg/dia em doses 500 mg a cada 6 horas intestinais) iguais em cada 6 a 8 horas Vias Geniturinárias (infecções 50-100 mg/kg/dia em doses 500 mg a cada 6 horas urinárias) iguais em cada 6 a 8 horas Meningite Bacteriana 8 a 14 g a cada 24 horas 100 a 200 mg/kg/dia Não devem ser utilizadas doses menores que as recomendadas na tabela acima. Em infecções graves, o tratamento poderá ser prolongado por várias semanas e doses mais elevadas poderão ser necessárias. Mesmo após cessarem todos os sintomas ou tornarem-se negativas as culturas (exames que pesquisam a presença de bactérias), os pacientes devem continuar o tratamento, pelo menos, por 48 a 72 horas. As amidalites bacterianas causadas pelos estreptococos h…
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Recomenda-se a realização de testes, antes do início do tratamento com antibióticos, para determinar os microrganismos causadores da infecção (culturas) e provas de sensibilidade destes microrganismos contra o antibiótico, no caso a ampicilina (antibiograma). Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames. A forma injetável da ampicilina é normalmente utilizada para casos de infecções de maior gravidade (meningites, infecções generalizadas, infecções em partes do coração), ou ainda, para pacientes inaptos a receber a forma oral. Reações de hipersensibilidade (alergia) sérias e ocasionalmente fatais foram registradas em pacientes sob tratamento com penicilinas (classe de antibióticos da ampicilina). Ainda que o risco seja maior na terapêutica injetável, há casos relatados na administração oral de penicilinas. Os indivíduos com tendência a desenvolver quadros alérgicos por vários fatores e com maior frequência são mais susceptíveis a estas reações. História de alergias prévias, tanto a medicamentos como a outros tipos de substâncias, devem ser consideradas antes do início do tratamento com ampicilina. Caso ocorram reações alérgicas, tratamento adequado deve ser iniciado e a interrupção do uso da ampicilina deve ser considerada. Reações anafiláticas (alérgicas) intensas requerem tratamento de emergência em unidades médicas especializadas. Quando este medicamento for utilizado por tempo prolongado, há a possibilidade de se desenvolver quadros infecciosos graves por fungos ou mesmo bactérias, portanto, estes tratamentos devem ser avaliados criteriosamente. Sugere-se maior espaçamento das doses (a cada 12 ou 16 horas) para o tratamento de infecções sistêmicas (generalizadas). Nos portadores de insuficiência grave dos rins, pode haver acúmulo de ampicilina. Seu médico deve ser comunicado se você for portador de mau funcionamento dos rins. Exames laboratoriais: Assim como para qualquer fármaco (princípio ativo) potente, avaliações periódicas das funções renal (dos rins), hepática (do fígado) e análises das células sanguíneas podem ser indicadas, especialmente durante tratamentos prolongados. Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames. Uso durante a gravidez Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem or…
ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para pacientes com história de reações de hipersensibilidade (alergia) às penicilinas (classe de antibióticos onde a ampicilina se enquadra) e/ou demais componentes da formulação. Também não deve ser administrada a pacientes sensíveis às cefalosporinas (outra classe de antibióticos) devido a ocorrência de reação alérgica cruzada.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Assim como com outras penicilinas, a maioria das reações adversas estão essencialmente limitadas a reações de hipersensibilidade (reações alérgicas). Estas ocorrem, com maior probabilidade, em indivíduos que demonstraram reações prévias de alergia a penicilinas, ou naqueles com história de alergia, asma, febre do feno (alergia ao pólen de algumas plantas) ou urticária (coceira). Podem ser atribuídas ao uso da ampicilina as seguintes reações adversas: Reações comuns (>1/100 e <1/10): Sistema nervoso central: dor de cabeça; Sistema digestivo: estomatite (feridas que podem atingir desde a cavidade oral até o estômago) por Candida (um tipo de fungo), náusea, vômito, diarreia; Sistema geniturinário: vulvovaginite (inflamação da vulva e vagina) por Candida. Reações incomuns (>1/1000 e <1/100): Sistema cardiovascular: hipotensão arterial (pressão baixa); Pele: vermelhidão na pele, urticária (coceira), dermatite esfoliativa (descamação da pele); Equilíbrio hidroeletrolítico: inchaço; Sistema respiratório: falta de ar; Sistema digestivo: dor na região do estômago. Reações raras (>1/10000 e < 1/1000): Sistema circulatório: trombose venosa (oclusão total ou parcial de uma veia), tromboflebite (trombose com inflamação); Sistema digestivo: doença do fígado, aumento das enzimas produzidas pelo fígado, colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso pela bactéria Clostridium difficile); Sistema geniturinário: nefrite intersticial (inflamação do tecido dos rins), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins), cristalúria (formação de cristais na urina); Pele: necrose epidérmica tóxica (doença grave em que a camada superficial da pele se solta), eritema multiforme (inflamação da pele, caracterizada por lesões avermelhadas, vesículas e bolhas), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave, às vezes fatal, do eritema multiforme); Sistema nervoso central: confusão mental sem outra especificação, convulsões, febre; Equilíbrio hidroeletrolítico: hipopotassemia (baixos níveis de potássio no sangue); Hematológicas e linfáticas (alterações sanguíneas): Anemia e diminuição isolada dos elementos sanguíneos, como plaquetas e glóbulos brancos, têm sido ocasionalmente relatadas durante a terapêutica com penicilinas. Estas reações são usualmente reversíveis com interrupção do tratamento e acredita-se serem fenômenos alérgicos; Imunológicas: anafilaxia (reação alérgica grave); Osteomuscular: exacerbação da miastenia gravis (doença rara qu…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.