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CLARITROMICINA

Genérico

Atualizado em 06 de julho de 2026

Preço máximo
R$ 66,54
PF CMED

CLARITROMICINA é um medicamento genérico da classe macrolídeos, do fabricante MANDALA BRASIL IMPORTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTO MÉDICO HOSP, registro ANVISA 109650004. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 66,54.

Registro ANVISA
109650004
Vencimento registro
2031-11
Classe terapêutica
MACROLÍDEOS
Princípio ativo
CLARITROMICINA
Fabricante
mandala brasil importacao e distribuicao de produto medico hosp

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

A claritromicina é indicada para o tratamento de infecções de vias respiratórias superiores (exemplos: faringite e sinusite) e inferiores (exemplos: bronquite e pneumonia), infecções de pele e tecidos moles (exemplos: foliculite, celulite, erisipela), causadas por todos os micro-organismos sensíveis à claritromicina. Também é destinado para o tratamento de infecções disseminadas ou localizadas causadas por micobactérias.

🧪Composição

Cada frasco-ampola de claritromicina 500 mg contém: claritromicina ..................................................................................................................................... 500mg Excipientes: ácido lactobiônico (agente solubilizante). II –

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento só pode ser administrado por um profissional da saúde. Ele saberá como administrar através de informações contidas na bula para o profissional de saúde. Posologia A dose recomendada de claritromicina, em adultos acima de 18 anos, é 1 grama ao dia, dividido em duas doses iguais, infundidas gota a gota através de solução IV, durante pelo menos 60 minutos, após prévia diluição com água estéril para injeção. A dose diária máxima do medicamento é de 1 g. O medicamento não deve ser administrado em bolus ou por via intramuscular. Administrar somente por via endovenosa (na veia). Pacientes pediátricos: até o momento, não há dados que suportem o uso de claritromicina em pacientes abaixo de 18 anos. Pacientes com infecção micobacteriana: embora não haja informações sobre o uso de claritromicina IV em pacientes imunocomprometidos, há estudos sobre o uso de claritromicina oral em pacientes com HIV. O tratamento indicado para adultos com infecções disseminadas ou localizadas (M. avium, M. intracellulare, M. chelonae, M. fortuitum, M. kansasii) requer doses de 1000 mg/dia, divididas em 2 doses. A terapia endovenosa deve ser limitada a 2-5 dias para doentes graves e deve ser modificada para terapia oral tão logo seja possível, segundo julgamento médico. 10 claritromicina500mg_Bula Paciente_V17.03.26 Pacientes com insuficiência renal (dos rins): em pacientes com função renal comprometida, com depuração da creatinina inferior a 30 mL/min, a dose deve ser reduzida à metade da dose normal recomendada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Advertências e Precauções O uso prolongado deste medicamento, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada deve ser estabelecida pelo médico. A claritromicina deve ser administrada com cuidado a pacientes com alteração da função do fígado ou dos rins uma vez que, a claritromicina é metabolizada principalmente pelo fígado. Deve ser também administrada com precaução a pacientes com comprometimento moderado a grave da função dos rins. Recomenda-se precaução a pacientes com insuficiência renal severa. Claritromicina deve ser descontinuada imediatamente se sinais e sintomas de hepatite ocorrerem como anorexia (falta de apetite), icterícia (pele amarelada), urina escura, coceira ou sensibilidade abdominal. Diarreia associada à Clostridioides difficile foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarreia leve a colite (inflamação do intestino) fatal. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do intestino, o que pode levar à proliferação de Clostridioides difficile (bactéria causadora da diarreia), portanto a existência dessa bactéria deve ser considerada pelo médico em todos os pacientes que apresentarem quadro de diarreia após o uso de antibiótico. Um minucioso histórico médico é necessário para o diagnóstico, já que a ocorrência desta bactéria foi relatada ao longo de dois meses após a administração de agentes antibacterianos. Recomenda-se precaução quanto à administração de claritromicina juntamente com benzodiazepínicos, como triazolam e midazolam intravenoso (aplicado na veia) ou bucal (aplicado na boca) (ver Interações 3 claritromicina500mg_Bula Paciente_V17.03.26 Medicamentosas) Eventos cardiovasculares: A repolarização cardíaca (alteração no eletrocardiograma) e intervalo QT prolongado, que confere risco no desenvolvimento de arritmia cardíaca e torsades de pointes (distúrbio no ritmo cardíaco), têm sido observados em pacientes em tratamento com macrolídeos incluindo claritromicina (ver “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Portanto, tal situação pode levar ao aumento da arritmia ventricular (incluindo torsades de pointes), com isso claritromicina deve ser utilizada com precaução nos seguintes pacientes: - Pacientes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca grave, distúrbios d…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? A claritromicina é contraindicada para o uso por pacientes com conhecida hipersensibilidade (alergia) aos antibióticos macrolídeos e a qualquer componente da fórmula (ver Composição). Também está contraindicado se você estiver fazendo uso de um dos seguintes medicamentos: astemizol, cisaprida, pimozida e terfenadina, e se você estiver com hipocalemia (pouca quantidade de potássio no sangue), pois pode causar um prolongamento do intervalo QT (alteração no eletrocardiograma) e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e torsades de pointes (distúrbio no ritmo cardíaco). O uso deste medicamento com alcaloides de ergot (exemplo: ergotamina ou di-hidroergotamina) é contraindicado, pois pode resultar em toxicidade ao ergot (ver Interações Medicamentosas). 2 claritromicina500mg_Bula Paciente_V17.03.26 A coadministração deste medicamento com midazolam oral é contraindicada (ver Interações Medicamentosas). Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT, adquirido ou congênito, (alteração no eletrocardiograma de nascença ou adquirida) ou arritmia ventricular do coração, incluindo torsades de pointes (distúrbio no ritmo cardíaco). Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com distúrbios eletrolíticos (hipocalemia, ou hipomagnesemia, devido ao risco de prolongamento do invervalor QT) Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com colchicina. Este medicamento é contraindicado se você estiver fazendo uso de ticagrelor, ivabradina ou ranolazina. Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes que sofrem de insuficiência hepática (no fígado) grave em combinação com insuficiência renal (nos rins). Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com uma estatina (exemplo: lovastatina ou sinvastatina) pois aumenta o risco de o paciente ter miopatia (doença muscular), incluindo rabdomiólise (destruição do músculo esquelético). Este medicamento é contraindicado se você estiver fazendo uso de ticagrelor ou ranolazina. Este medicamento é contraindicado se você estiver fazendo uso de lomitapida (ver Interações Medicamentosas).

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? As reações adversas mais comuns e frequentes relacionadas à terapia com claritromicina tanto na população adulta quanto pediátrica são: náuseas, vômito, dor abdominal, diarreia e paladar alterado.Estas reações adversas, geralmente, são de intensidade leve. Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Ligadas ao local de administração: inflamação da veia no local da injeção. Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios psiquiátricos: insônia. Distúrbios de sistema nervoso: disgeusia (alterações no paladar) e dor de cabeça. Distúrbios vasculares: vasodilatação. Distúrbios gastrointestinais: diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), náusea, dor abdominal. Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): teste de função hepática anormal. Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: rash (erupção cutânea), hiperidrose (suor excessivo). Ligadas ao local de administração: dor e inflamação no local da injeção. Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Infecções e infestações: celulite, candidíase, infecção vaginal. Sistema sanguíneo e linfático: leucopenia (diminuição de leucócitos). Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilactóide (alergia severa), hipersensibilidade (alergia). Distúrbios nutricionais e do metabolismo: anorexia (falta de apetite), diminuição de apetite. Distúrbios psiquiátricos: ansiedade. Distúrbios de sistema nervoso: perda de consciência, discinesia (movimentos repetitivos involuntários), tontura, sonolência e tremor. Distúrbios do ouvido e labirinto: vertigem, deficiência auditiva, tinido (zumbido). Distúrbios cardíacos: parada cardíaca, fibrilação atrial (ritmo anormal do coração), prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo cardíaco no eletrocardiograma), extrassístole (tipo de arritmia cardíaca) e palpitações. Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: asma e embolia pulmonar (bloqueio de artéria no pulmão). Distúrbios gastrointestinais: esofagite (inflamação do esôfago), gastrite, estomatite (inflamação da boca ou gengivas), glossite (inflamação na língua), constipação, boca seca, eructação, flatulência. Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): aumento de enzimas do fígado, tais como, alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase. Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: dermatite bolhosa (inflamação sob a forma de bolhas),…

💰 Preços regulados (CMED)

📊 Tabela CMED — Abril/2026
RegimePFPMVG
0%R$ 66,54R$ 52,21
12%R$ 75,61R$ 59,33
17%R$ 80,17R$ 62,91
17,5%R$ 80,65R$ 63,29
18%R$ 81,15R$ 63,68
19%R$ 82,15R$ 64,46
20%R$ 83,18R$ 65,27
PF = Preço de FábricaPMVG = Preço Máximo de Venda ao Governo

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Aviso legal

As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.