CLENIL COMPOSITUM A
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Cada 1 mL contém: dipropionato de beclometasona.....................................................................400 mcg salbutamol (equivalente a 964 mcg de sulfato de salbutamol)......................800 mcg Excipientes.................................................q.s.p............................................1,0 mL Excipientes: polissorbato 20, laurato de sorbitana, cloreto de sódio, água purificada.
ESTE MEDICAMENTO? Para permitir a aplicação do medicamento Clenil® Compositum A é necessário a utilização de aparelho nebulizador. Colocar o volume indicado no recipiente do aparelho. Agitar bem antes de usar. LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES PARA O USO CORRETO. SE NECESSÁRIO, CONSULTE O SEU MÉDICO PARA OBTER EXPLICAÇÕES MAIS DETALHADAS. INSTRUÇÕES DE USO Figura A Dobrar nas duas direções. Figura B Separar o flaconete na parte superior e depois na parte inferior. Figura C Agitar bem antes de usar. Figura D Para abrir, girar a tampa do flaconete para o lado esquerdo. Figura E Para gotejar, basta pressionar o flaconete. Figura F Caso utilize metade da dose, tampar o flaconete, armanezar na geladeira e utilizar o conteúdo restante dentro de 24 horas. POSOLOGIA Em relação à duração do tratamento, seguir as orientações de seu médico. Adultos: Um flaconete de Clenil® Compositum A (2 mL), a cada 24 horas (1 vez ao dia) ou a cada 12 horas (2 vezes ao dia). Cada dose contém 800 mcg de dipropionato de beclometasona e 1600 mcg de salbutamol. Crianças: Meio flaconete de Clenil® Compositum A (1 mL), a cada 24 horas (1 vez ao dia) ou a cada 12 horas (2 vezes ao dia). Cada meia- dose contém 400 mcg de dipropionato de beclometasona e 800 mcg de salbutamol. O limite máximo diário de administração recomendado em adultos é de 1600 mcg de dipropionato de beclometasona e 3200 mcg de salbutamol, ou seja, 2 flaconetes de Clenil® Compositum A. O limite máximo diário de administração recomendado em crianças é de 800 mcg de dipropionato de beclometasona e 1600 mcg de salbutamol, ou seja, 1 flaconete de Clenil® Compositum A. Uso geriátrico: Clenil® Compositum A pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções comuns ao produto. Os flaconetes apresentam uma marca correspondente à meia-dose. O medicamento deve ser administrado por meio de aparelho para nebulização (aerossolterapia). Pode ser diluído em soro fisiológico na proporção de 1:1, ou seja, 1 mL de soro para cada 1 mL do produto. Atenção: devido à pequena quantidade liberada em aparelhos chamados ultrassônicos, a administração de Clenil® Compositum A deve ser feita em nebulizadores pneumáticos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Clenil® Compositum A deve ser usado apenas no período inicial e não para o tratamento prolongado (não é recomendado para uso contínuo por mais de dez dias). As doses recomendadas devem ser respeitadas, sendo importante o acompanhamento periódico para possibilitar que seu médico consiga determinar a dose mínima eficaz para controle da asma e revisá-la caso necessário. Em caso de broncoespasmo persistente (forte aperto no peito com chiadeira) consulte seu médico. ® Clenil Compositum A só deverá ser administrado em caso de necessidade e sob rígido controle médico nos pacientes com doença coronariana (do coração), arritmias (alteração dos batimentos do coração), hipertensão arterial (aumento da pressão arterial) e nos pacientes com quadro clínico de glaucoma (aumento da pressão intraocular), hipertireoidismo (aumento da atividade da glândula tireoide causando aceleração do metabolismo), feocromocitoma [presença de pequenos tumores nas células que produzem hormônios adrenais (células suprarrenais)], diabetes e hipertrofia prostática (aumento da próstata). Se você tem algumas destas doenças, avise seu médico. Se você tem alguma doença do coração (doença cardíaca isquêmica, taquiarritmia, ou insuficiência cardíaca grave) e, após o início do tratamento com Clenil® Compositum A, você sentir dor no peito ou algum outro sintoma associado à piora da doença do coração, procure imediatamente o seu médico. O uso prolongado de Clenil® Compositum A pode causar fenômenos de sensibilização e, excepcionalmente, efeitos colaterais típicos da classe dos corticosteroides, como redução na velocidade de crescimento. Neste caso, seu médico poderá interromper o uso do medicamento e instituir um tratamento adequado. A descontinuação do tratamento com corticosteroide deve ser sempre feita de modo gradual, e com acompanhamento de seu médico. O uso do medicamento poderá permitir a instalação de infecções por fungos na boca (sapinhos) e garganta, tratadas normalmente com medicação específica e de uso local, conforme orientação de seu médico, sem a necessidade de interrupção do tratamento. Pode-se reduzir ou prevenir essa reação, realizando-se uma lavagem bucal com água, após cada inalação. Alguns pacientes podem sentir ressecamento da boca e garganta. Um aumento na incidência de pneumonia, incluindo pneumonia que requer hospitalização, tem sido observado em pacientes com DPOC que recebem corticosteroides inalados. Há evidências de um risco aumentado de pneumonia…
ESTE MEDICAMENTO? ® Clenil Compositum A é contraindicado para pacientes sensíveis a quaisquer dos princípios ativos (dipropionato de beclometasona e salbutamol) ou demais componentes da fórmula. O medicamento é contraindicado em infecções virais ativas ou inativas, e tuberculose pulmonar.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Até o momento não foram relatados quaisquer efeitos graves pela utilização do medicamento Clenil® Compositum A, de acordo com as doses aconselhadas. Como observado durante a terapêutica com o dipropionato de beclometasona na forma de spray, existe a possibilidade de ocorrência de micose na cavidade oral (formação de placas brancas). Porém, esse efeito regride rapidamente após terapia local apropriada com alcalinizante (medicamento que diminui a acidez bucal) ou com antimicótico. Pode-se reduzir ou prevenir essa reação, realizando-se uma lavagem bucal com água, após cada nebulização. Verificou-se que em alguns pacientes, após a utilização de doses elevadas, apareceram efeitos colaterais transitórios (pequeno aumento da frequência cardíaca, leve tremor muscular), mas que estes regrediram após os primeiros dias de tratamento. Se necessário, a dose pode ser reduzida. Efeitos colaterais sistêmicos (exemplo, osteoporose, úlcera péptica, sinais de insuficiência adrenal secundária) são extremamente improváveis, devido à baixa dose administrada, mas podem ocorrer com tratamento prolongado. Como ocorre com os medicamentos inalatórios, há possibilidade de ocorrência de broncoespasmo paradoxal (forte aperto no peito com chiadeira). Podem ocorrer, muito raramente, arritmias cardíacas (incluindo fibrilação atrial, taquicardia supraventricular e extrassístoles) e isquemia do miocárdio. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): não foram relatadas até o momento. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): pneumonia. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): visão turva. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): não foram relatadas até o momento. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações sistêmicas* (supressão da glândula adrenal, atraso do crescimento em crianças e adolescentes, diminuição da densidade mineral óssea, catarata e glaucoma); alteração da frequência ou ritmo de batimento do coração (fibrilação atrial, taquicardia supraventricular e extrassístoles) e diminuição da circulação de sangue nos vasos sanguíneos do coração (isquemia miocárdica). Reações adversas cuja frequência de ocorrência é desconhecida são: infecção fúngica na boca e garganta; hiperatividade psicomotora, distúrbios do sono, ansiedade, dep…
💰 Preços regulados (CMED)
As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.