CLORIDRATO DE DOPAMINA
GenéricoAtualizado em 06 de julho de 2026
CLORIDRATO DE DOPAMINA é um medicamento genérico da classe vasoconstritores e hipertensores, do fabricante UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A, registro ANVISA 104971198. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 202,21.
💊 Informações da bula
O cloridrato de dopamina é indicado em caso de hipotensão (pressão baixa), choque (cardiogênico, séptico, anafilático, hipovolêmico [com reposição volêmica criteriosa]), retenção hidrossalina de etiologia variada.
Cada ampola de 10 mL contém: cloridrato de dopamina.............................................................................................................50 mg veículo q.s.p............................................................................................................................ .10 mL Excipientes: metabissulfito de sódio, ácido cítrico, citrato de sódio di-hidratado e água para injetáveis.
ESTE MEDICAMENTO? A administração de cloridrato de dopamina deve ser limitada a profissionais treinados e em locais onde o adequado monitoramento do paciente seja possível. O medicamento é de uso exclusivamente intravenoso (no interior das veias). O uso subcutâneo (embaixo da pele) ou intramuscular pode acarretar problemas locais e o produto é inativado quando ingerido por via oral. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? O medicamento é de uso exclusivamente intravenoso (no interior das veias). O uso subcutâneo (embaixo da pele) ou intramuscular pode acarretar problemas locais e o produto é inativado quando ingerido por via oral. Deve haver monitorização cuidadosa da pressão arterial, fluxo urinário e, quando possível, débito cardíaco e pressão capilar pulmonar durante infusão de cloridrato de dopamina. Em pacientes com choque secundário a infarto do miocárdio, a administração deve ser cuidadosa e em baixas doses. Em pacientes com choque secundário a infarto do miocárdio, a administração deve ser cuidadosa e em baixas doses com monitoramento eletrocardiográfico e atenção para arritmias. Pacientes com história de doenças vasculares periféricas apresentam maior risco de isquemia de extremidades. Hipovolemia deve ser corrigida antes do início da infusão de dopamina. O cloridrato de dopamina aumenta a frequência cardíaca e pode induzir o aparecimento ou agravar arritmias (ventriculares ou supraventriculares). Não usar na presença de taquiarritmia ou fibrilação ventricular. Se um número aumentado de batimentos ectópicos for observado, a dose deve ser reduzida, se possível e avaliações de outros fatores como balanço eletrolítico e/ou presença de fármacos potencializadores de arritmias verificados. Não se deve adicionar cloridrato de dopamina a soluções alcalinas, como bicarbonato de sódio, pois a substância ativa será inativada. Antes de usar cloridrato de dopamina, as seguintes condições devem ser corrigidas: hipovolemia, hipóxia (redução da concentração de oxigênio no sangue), hipercapnia (aumento do gás carbônico no sangue) e acidose (excesso de ácidos nos fluídos corpóreos). A taxa de infusão de dopamina deve ser ajustada pelo profissional de saúde, até que a pressão arterial adequada seja obtida. Caso haja hipotensão persistente, a critério médico, a dopamina poderá ou não ser descontinuada e deve ser considerada a possibilidade de utilizar um vasoconstritor mais potente como a noradrenalina. O produto não deve ser administrado a pacientes alérgicos a sulfitos, pois contém metabissulfito em sua formulação. Deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de doença vascular periférica secundária a aterosclerose, embolia arterial, doença de Raynaud, lesão por resfriado, endarterite diabética e doença de Buerger, pois apresentam risco aumentado de isquemia das extremidades. Gravidez Não há estudos dirigidos e bem controlados sobre o uso do clorid…
ESTE MEDICAMENTO? O cloridrato de dopamina não deve ser administrado a pacientes com feocromocitoma (tumor na glândula suprarenal), ou com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, hipertireoidismo (hiperfuncionamento da glândula tireóide), em presença de arritmias (taquiarritmias não tratadas ou de fibrilação ventricular). Categoria C de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Pacientes idosos, crianças e outros grupos de risco Em pacientes idosos, devem-se seguir as orientações gerais descritas na bula, porém é recomendável iniciar o tratamento utilizando-se a dose mínima. A segurança, a eficácia e a dose adequada de cloridrato de dopamina não foram ainda estabelecidas para pacientes pediátricos. Contudo, existem relatos na literatura sobre o uso de dopamina em crianças só deverá ser indicado se os benefícios superarem os possíveis riscos. Deve-se sempre considerar que os efeitos da dopamina são dose-dependentes e que existe uma grande variabilidade entre pacientes. Na insuficiência renal, o uso de dopamina deve ser limitado aos pacientes com adequado volume intravascular que não tenham débito urinário adequado após terem recebido diuréticos apropriados. A dopamina deve ser descontinuada se o paciente não responder à terapia. Caso a oligúria persista, a dopamina deve ser diminuída gradualmente nas 24 horas seguintes. Em queimados, o metabolismo da dopamina parece ser alterado e a sua utilização parece estar aumentada. Pacientes com hipertensão arterial respondem de forma intensa à dopamina, mesmo em doses baixas (2mcg/kg/min). Seu uso pode determinar aumento significante na natriurese e na fração de excreção de sódio, 1 assim como redução da pressão arterial com aumento da frequência cardíaca, ao contrário do que ocorre com pacientes normotensos.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Reações adversas ao medicamento estão apresentadas de acordo com o sistema de classe de órgãos e listadas por frequência, utilizando a seguinte convenção: muito comum (>1/10); comum (>1/100, <1/10); incomum (>1/1.000, <1/100); rara (>1/10.000, <1/1.000); muito rara (<1/10.000), desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis). Reação desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis): Sistema Cardiovascular: batimentos ectópicos, dor anginosa, palpitação distúrbios da condução cardíaca, complexo QRS alargado, bradicardia, hipotensão, hipertensão, vasoconstrição, arritmias cardíacas: arritmia ventricular (com doses muito elevadas), taquicardia (taquicardia ventricular, taquicardia supraventricular, taquicardia paroxística supraventricular), extrassístoles (extrassístole ventricular) contração ventricular prematura, fibrilação – flutter atrial, desordem gangrenosa: gangrena nas extremidades (gangrena nos dedos, gangrena simétrica periférica) e necrose no local da aplicação e em outros membros não adjacentes: alterações periféricas do tipo isquêmico com tendência à estase vascular. Sistema Respiratório: dispneia, hipoxemia, hipertensão pulmonar. Sistema Gastrointestinal: náusea, vômitos, alterações da motilidade gastroduodenal, desconforto epigástrico. Sistema Endócrino/Metabólico: azotemia, diabetes insípidus, supressão/diminuição dos níveis séricos de prolactina, diminuição dos níveis do hormônio tireotrófico (TSH), e da secreção de hormônios tireoidianos, valores falsos positivos para catecolaminas urinárias, hiperglicemia, aumentos dos níveis de sódio urinário, hiperpotassemia. Sistema Nervoso Central: cefaleia, ansiedade; Sistema dermatológico: piloereção, extravasamento no local da aplicação: isquemia tecidual ou necrose secundária a vaso espasmo e extravasamento, reação no local da aplicação. Sistema oftálmico: indução de infarto bilateral da retina. Sistema psiquiátrico: transtornos psicóticos, como delírios, alucinações e confusão mental. Sistema renal: disúria e urgência miccional, nefrotoxicidade, poliúria. Outros Podem ocorrer efeitos desagradáveis incluindo, dor precordial, dispneia, e vasoconstrição indicada por aumento desproporcional, na pressão diastólica. Ocasionalmente podem aparecer anormalidades na condução cardíaca. Pode ocorrer hipertensão associada a superdose. Uma vez que a dopamina é metabolizada pela MAO, a dose deve ser grandemente reduzida em pacientes recentemente tratado…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.