CLORIDRATO DE PAROXETINA
GenéricoAtualizado em 05 de outubro de 2026
CLORIDRATO DE PAROXETINA é um medicamento genérico da classe antidepressivos, do fabricante RANBAXY FARMACÊUTICA LTDA, registro ANVISA 123520102. Preço Máximo ao Consumidor (PMC, CMED, ref. 24/09/2026): de R$ 159,14 a R$ 206,68, conforme a alíquota de ICMS.
💊 Informações da bula
O cloridrato de paroxetina é indicado para o tratamento de ADULTOS que apresentam algumas das condições abaixo: − transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros antidepressivos não tenham sido eficazes); − comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado); − ataques de pânico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia); − ansiedade generalizada (sensação de muita ansiedade ou nervosismo em situações rotineiras), inclusive em situações que exigem contato social; − ansiedade seguida de evento traumático (transtorno de estresse pós-traumático): acidente de carro, assalto ou desastre natural, como enchente ou terremoto. O cloridrato de paroxetina não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos (ver Uso em Crianças e Adolescentes Menores de 18 Anos, em 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?).
Cada comprimido revestido de 20 mg contém: cloridrato de paroxetina...........................................................................................................23,32 mg (equivalente a 20 mg de paroxetina) Excipientes..............................................................................................q.s.p. 1 comprimido revestido Excipientes: amidoglicolato de sódio, fosfato de cálcio dibásico, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio e propilenoglicol.
Modo de usar Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia. Recomenda-se tomar o cloridrato de paroxetina em dose única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência, com um copo de água. Pode ser que você precise dividir os comprimidos ao meio para garantir a dose correta para o seu tratamento. Se você não tem certeza do que fazer, pergunte ao seu médico ou ao farmacêutico. Posologia As doses variam de acordo com a indicação do médico. A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de cloridrato de paroxetina por dia. Se você tem mais de 65 anos, a dose máxima recomendada é de 40 mg (dois comprimidos) por dia. Seu médico pode iniciar o tratamento com doses menores e aumentá-las com o passar do tempo. Para o tratamento de obsessões e compulsões, o médico pode sugerir doses de cloridrato de paroxetina maiores que 60 mg (três comprimidos) por dia. Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, você deve evitar a interrupção repentina do tratamento com cloridrato de paroxetina. Seu médico irá recomendar o regime de descontinuação. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Esta bula é atualizada com frequência. Entretanto, a bula disponível através do QR Code corresponde à versão mais atual.
Advertências e Precauções Se você responder SIM a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, o cloridrato de paroxetina deve ser usado com cautela. − Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da monoaminoxidase (IMAO)? − Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) um antibiótico chamado linezolida? − Você usa medicamentos à base de tioridazina? − Você usa medicamentos à base de pimozida? − Você já apresentou crises de mania (hiperatividade, excitação e irritabilidade)? − Você já apresentou episódios de alteração no humor alterando com períodos de depressão (transtorno bipolar de humor)? − Você tem problemas no fígado, no coração ou nos rins? − Você sofre de epilepsia ou já teve um ataque epiléptico (crise convulsiva)? − Você tem glaucoma (pressão alta nos olhos)? − Você tem histórico de problemas de coagulação ou está se tratando com medicamentos que aumentam o risco de sangramento? − Você tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condição? − Você faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo? − Você está em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)? − Você está utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou prevenção do câncer de mama)? − Você está grávida, sob suspeita de gravidez ou amamentando? Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida. Durante o tratamento com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação. Os pacientes e/ou seus cuidadores devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico. Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue) Se você tem mais de 65 anos, o cloridrato de paroxetina pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.…
Trecho: a seção continua na bula completa (PDF).
O cloridrato de paroxetina é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente da fórmula. Você não deve tomar o cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar o cloridrato de paroxetina duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar cloridrato de paroxetina. Você também não deve tomar o cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente usados para tratar esquizofrenia) (ver Interações Medicamentosas, em 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?). Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida, consulte seu médico antes de iniciar tratamento com o cloridrato de paroxetina. Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do tratamento e geralmente não causam sua suspensão. Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): − enjoo; − alterações da função sexual normal, como impotência e ejaculação precoce. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): − astenia (ausência ou perda da força muscular); − ganho de peso corporal; − sudorese (aumento do suor); − prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca; − bocejos; − visão turva; − vertigem, tremores e dor de cabeça; − sonolência, dificuldade de dormir, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos); − aumento dos níveis de colesterol do sangue; − diminuição do apetite. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): − alterações da frequência da urina tais como retenção urinária e incontinência urinária; − erupções da pele (rash cutâneo); − midríase (dilatação da pupila dos olhos); − queda da pressão sanguínea quando você se levanta ou após permanecer muito tempo na mesma posição (hipotensão postural); − aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia sinusal); − distúrbios extrapiramidais (houve relatos de distúrbios extrapiramidais, inclusive de distonia orofacial, ocorridos em pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medicação neuroléptica); − confusão, alucinações; − sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas. − redução na contagem de leucócitos (leucopenia). Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): − hiperprolactinemia/galactorreia – produção de leite (mesmo quando a mulher não estiver amamentando); − alteração/elevação dos resultados dos exames de enzimas do fígado; − sensação de cansaço associada com incapacidade de permanecer sentado ou de pé (acatisia); − convulsões; − irresistível vontade de mover as pernas (síndrome das pernas inquietas); − baixos níveis de sódio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia); − manifestações maníacas (tais sintomas também podem ser decorrentes de doença subjacente); − distúrbios menstruais (incluindo menstruação prolongada, perda sanguínea fora do período menstrual ou ausência de menstruação).…
Trecho: a seção continua na bula completa (PDF).
💰 Preços regulados (CMED)
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Outros ANTIDEPRESSIVOS
As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.