DIVALPROATO DE SODIO
GenéricoAtualizado em 06 de julho de 2026
DIVALPROATO DE SODIO é um medicamento genérico da classe anticonvulsivantes, do fabricante RANBAXY FARMACÊUTICA LTDA, registro ANVISA 123520255. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 31,86.
💊 Informações da bula
Mania: Divalproato de sódio é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos. Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade. Epilepsia: Divalproato de sódio é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que Modelo de bula – Paciente divalproato de sódio 250mg e 500mg ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência. Prevenção da Enxaqueca: Divalproato de sódio é indicado para a prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.
Cada comprimido revestido de divalproato de sódio 250 mg contém: divalproato de sódio.............................................................................................................. 269,00 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico) excipientes ............................................................................................................. q.s.p. 1 comprimido Excipientes: óleo de rícino hidrogenado, lactose, hipromelose, talco, estearato de magnésio, dióxido de silício, dióxido de titânio e macrogol. Cada comprimido revestido de divalproato de sódio 500 mg contém: divalproato de sódio.............................................................................................................. 538,00 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico) excipientes ............................................................................................................. q.s.p. 1 comprimido Excipientes: óleo de rícino hidrogenado, lactose, hipromelose, talco, estearato de magnésio, dióxido de silício, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro preto, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho. II)
ESTE MEDICAMENTO? Os comprimidos revestidos de divalproato de sódio de liberação prolongada são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados. Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais. MANIA Modelo de bula – Paciente divalproato de sódio 250mg e 500mg Dose inicial recomendada: 25 mg/kg/dia administrados uma única vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica mais baixa capaz de produzir o efeito clínico desejado. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de divalproato de sódio de liberação prolongada no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses). Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez. Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas. EPILEPSIA Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados uma vez ao dia. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepiléticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A vel…
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia. Modelo de bula – Paciente divalproato de sódio 250mg e 500mg Divalproato de sódio pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente. Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”), com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado. Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle. Pancreatite (inflamação no pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo…
ESTE MEDICAMENTO? Divalproato de sódio é contraindicado para menores de 10 anos de idade. Divalproato de sódio é contraindicado para uso por pacientes com: • Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula; • Doença ou disfunção no fígado significativas; • Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a Síndrome; • Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue; • Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue; • Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida. Divalproato de sódio é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga. Categoria de risco: X Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com divalproato de sódio de liberação prolongada.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros: Frequência das Reações Adversas Parâmetros ≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum ≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) comum (frequente) ≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente) ≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara < 1/10.000 (< 0,01%) muito rara Não pode ser estimada desconhecida Sistemas Frequência Reação adversa Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver Alterações congênitas, item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?” hereditárias e genéticas Desconhecida Porfiria aguda Comum Trombocitopenia Modelo de bula – Paciente divalproato de sódio 250mg e 500mg Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia, Incomum trombocitopenia púrpura. Agranulocitose, deficiência de anemia folato, Alterações do sistema anemia macrocítica, anemia aplástica, falência sanguíneo e linfático da medula óssea, eosinofilia, Desconhecida hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibição da agregação plaquetária. Comum Aumento de peso, perda de peso. Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de lactato Incomum desidrogenase sanguíneo1, aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de droga, Investigações anormalidade de testes de função do fígado1, aumento de iodo ligado à proteína, diminuição da contagem de glóbulos brancos. Forma adquirida ou pseudo-anomalia de Pelger-Huët13 Desconhecida Aumento de bilirrubina sérica1, diminuição de carnitina, anormalidade do teste de função da tireoide. Muito comum Sonolência, tremor Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, Comum nistagmo, parestesia, alteração da fala. Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia2, hipercinesia, Incomum hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, Alteração do sistema hiporreflexia, convulsão3, estupor, discinesia nervoso tardia, alteração na visão. Asteríxis, atrofia cerebelar4, atrofia cerebral4, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, Desconhecida deficiência da memória, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, sedação5 Alteração do labirinto e Comum Zumbido no ouvido ouvido Surdez6, distúrbio auditivo, hiperacusia, Incomum vertigem. Desconhecida Dor de ouvido Alteração respiratória, Incomum Tosse, dispneia, disfonia, epistaxe. toráci…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.