EFRINALIN
SimilarAtualizado em 06 de julho de 2026
EFRINALIN é um medicamento similar da classe vasoconstritores e hipertensores, do fabricante BLAU FARMACÊUTICA S.A., registro ANVISA 116370081. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 214,90.
💊 Informações da bula
EFRINALIN® é indicado para o alívio do broncoespasmo (chiado no peito), das reações de hipersensibilidade (alergia) devido a medicamentos e outros alérgenos (substâncias que podem provocar alergia) e dos sintomas da doença do soro, urticária e edema (acúmulo de líquido) angioneurótico. EFRINALIN® pode ser utilizado para restabelecer o ritmo cardíaco na parada cardíaca; entretanto, não deve ser usado em insuficiência cardíaca (coração comprometido) ou choque cardiogênico (relacionado a problema de coração), traumático (relacionado a um trauma) ou hemorrágico (relacionado a perda de mais de 20% do sangue do corpo). EFRINALIN® também pode ser utilizado no perioperatório (durante uma cirurgia), para ressuscitação na parada cardíaca devido a acidente anestésico; para o relaxamento e inibição da contração da musculatura uterina.
Cada mL da solução injetável contém: hemitartarato de epinefrina (equivalente a 1 mg de epinefrina base) ........................................... 1,82 mg excipientes (bissulfito de sódio, cloreto de sódio, edetato dissódico, ácido clorídrico e água para injetáveis) q.s.p ................................................................................................................................1,0 mL I)
ESTE MEDICAMENTO? EFRINALIN® pode ser administrado por via subcutânea, intramuscular, intravenosa ou intracardíaca. Este medicamento deve ser aplicado com o uso de agulha e materiais estéreis adequados, por profissionais de saúde qualificados. Deve ser utilizada uma agulha por aplicação. A escolha do dispositivo deve considerar o tipo de acesso venoso, as condições clínicas do paciente e os protocolos assistenciais. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Não aplique as injeções repetidas de EFRINALIN® em um mesmo local. A vasoconstrição (estreitamento de vaso sanguíneo) resultante pode causar necrose do tecido. A injeção na nádega pode não proporcionar um tratamento eficaz da anafilaxia (alergia) e tem sido associada ao desenvolvimento de infecções Clostridiais (gangrena gasosa) (morte do tecido local). A epinefrina é um forte vasoconstritor. A injeção acidental nas mãos ou pés pode resultar na perda do fluxo sanguíneo para a área afetada e na necrose (morte) dos tecidos. Quando a adrenalina é administrada por via intravenosa (na veia), verifique frequentemente o local de infusão para garantir um fluxo livre. Há potencial para gangrena numa extremidade inferior quando são administradas infusões de catecolamina em uma veia do tornozelo. Hipertensão A resposta individual à epinefrina (adrenalina) pode variar significativamente, devendo-se monitorar a pressão arterial frequentemente e titular (gotejar) a infusão para evitar aumentos excessivos da pressão arterial. Os pacientes que fazem uso de inibidores da monoamina oxidase (IMAO) ou antidepressivos da tríptil ou imipraminétipos podem apresentar hipertensão grave e prolongada ao receberem epinefrina (adrenalina). Edema Pulmonar A epinefrina (adrenalina) aumenta o débito cardíaco (velocidade do sangue produzido pelo batimento cardíaco) e provoca vasoconstrição periférica, o que pode resultar em edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões). Distúrbio Renal A epinefrina (adrenalina) contrai os vasos sanguíneos renais, o que pode resultar em oligúria (diminuição de urina) ou insuficiência renal (redução no funcionamento do rim). Arritmias Cardíacas e Isquemia A epinefrina (adrenalina) pode induzir arritmias cardíacas e isquemia miocárdica (falta de sangue no coração) em pacientes, especialmente naqueles que sofrem de doença arterial coronária ou cardiomiopatia (doença no coração). Reações alérgicas associadas a sulfito EFRINALIN® contém bissulfito de sódio que pode causar reações alérgicas leves a graves, incluindo anafilaxia (alergia) ou episódios asmáticos em indivíduos susceptíveis. Contudo, a presença de bissulfito neste produto não deve impedir a sua utilização para o tratamento de alergias graves ou outras emergências mesmo que o paciente seja sensível ao sulfito, uma vez que as alternativas à utilização de epinefrina (adrenalina) numa situação de risco de vida podem não ser satisfatórias. Uso em idosos , crianças e outros grup…
ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes deste produto. O uso de EFRINALIN® é contraindicado em pacientes com glaucoma de ângulo fechado (congestivo), em choque e durante anestesia com hidrocarbonetos halogenados ou ciclopropano e nas lesões cerebrais orgânicas. Também é contraindicado nas anestesias de certas áreas como dedos das mãos e pés devido à vasoconstrição (estreitamento de vaso sanguíneo), que pode levar à gangrena no local; no trabalho de parto; em pacientes com dilatação cardíaca e na insuficiência coronariana (má circulação de sangue no coração). EFRINALIN® está contraindicado para pacientes que estão recebendo antagonistas bloqueadores não seletivos dos receptores β, visto que suas ações sobre os receptores α vasculares podem resultar em 1 hipertensão e hemorragia cerebral graves. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Podem ocorrer efeitos adversos menores e passageiros, especialmente na presença de hipertireoidismo, como: ansiedade, fobias, cefaleia e palpitações. Injeções locais repetidas podem causar necrose devido à constrição vascular. O uso prolongado pode provocar tolerância. As reações adversas comuns mais frequentes são ansiedade, apreensão, inquietude, tremor, fraqueza, tontura, transpiração, palpitações, palidez, náusea, cefaleia e dificuldades respiratórias. Estes sintomas podem ocorrer em pessoas recebendo doses terapêuticas de epinefrina (adrenalina), mas são mais susceptíveis de ocorrer em pacientes com doenças cardíacas, hipertensão ou hipertiroidismo [ver 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?] As reações adversas relatadas em estudos observacionais, relatos de casos e estudos são listadas a seguir: Distúrbios cardiovasculares: angina, arritmias, hipertensão, palidez, palpitações, taquiarritmia, taquicardia, vasoconstrição, ectopia ventricular e cardiomiopatia de estresse. Os aumentos rápidos da pressão arterial associados à utilização de epinefrina produziram hemorragia cerebral, particularmente em doentes idosos com doenças cardiovasculares [ver 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?] Neurológico: desorientação, memória prejudicada, pânico, agitação psicomotora, sonolência, formigamento. Psiquiátrico: ansiedade, apreensão, inquietação. Outros: Os pacientes com doença de Parkinson podem experimentar agitação psicomotora ou um agravamento temporário dos sintomas [ver 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?]. Os pacientes diabéticos podem experimentar aumentos transitórios de açúcar no sangue. A injeção na nádega resultou em casos de gangrena gasosa [ver 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?]. Casos raros de infecções graves da pele e dos tecidos moles, incluindo fascite necrosante e mionecroses causadas por Clostridia (gangrena gasosa), foram relatados após injeção de epinefrina na coxa [ver 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?]. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. 9.O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? A inativação dos efeitos de EFRINALIN® no organismo é o tratamento primário de suporte, visto ser sua duração de ação menor do que 1 a 4 horas. Em caso de u…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.