GLIF
SimilarAtualizado em 06 de julho de 2026
GLIF é um medicamento similar da classe antidiabeticos, do fabricante EUROFARMA LABORATORIOS S.A., registro ANVISA 100431564. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 21,82.
💊 Informações da bula
Diabetes mellitus tipo 2 Monoterapia: Glif (dapagliflozina) é indicado junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Combinação: Glif (dapagliflozina) é indicado em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, para melhorar o controle glicêmico, em combinação com metformina, uma tiazolidinediona (por exemplo, pioglitazona), uma sulfonilureia (por exemplo, glipizida), um inibidor da DPP4 (por exemplo, sitagliptina, saxagliptina), com ou sem metformina, metformina e uma sulfonilureia ou insulina (isolada ou com até duas medicações antidiabéticas orais), quando a terapia existente juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado. Combinação inicial: Glif (dapagliflozina) é indicado como terapia de combinação inicial com metformina, juntamente com dieta e exercícios para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, quando ambas as terapias com dapagliflozina e metformina são apropriadas. Glif (dapagliflozina) é indicado para prevenção de desenvolvimento ou agravamento de insuficiência cardíaca (mau funcionamento do coração) ou morte cardiovascular e para a prevenção de desenvolvimento ou agravamento de nefropatia (doença dos rins) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Insuficiência cardíaca O Glif (dapagliflozina) para o tratamento de insuficiência cardíaca crônica (NYHA – II – IV) em pacientes adultos. Doença renal crônica Glif (dapagliflozina) é indicado para o tratamento de doença renal crônica em pacientes adultos. Limitações de uso Glif (dapagliflozina) não é indicado para uso por pacientes com diabetes mellitus tipo 1. Glif (dapagliflozina) não deve ser utilizado para o tratamento de cetoacidose diabética.
ESTE MEDICAMENTO? Diabetes mellitus tipo 2 Monoterapia e terapia de combinação A dose recomendada de dapagliflozina é de 10 mg uma vez ao dia isoladamente ou em combinação com metformina (com ou sem uma sulfonilureia); tiazolidinedionas (pioglitazona); sulfonilureias; inibidores da DPP4 (com ou sem metformina); ou insulina (com ou sem terapia antidiabética oral, terapia dupla com metformina e insulina ou terapia tripla com insulina incluindo metformina ou sulfonilureias). Terapia de combinação inicial As doses iniciais recomendadas de dapagliflozina e metformina, quando usados como terapia de combinação inicial, é de dapagliflozina 10 mg mais metformina 500 mg uma vez ao dia. Pacientes com controle glicêmico inadequado neste esquema de doses devem ter a dose de metformina aumentada de acordo com avaliação do médico. Insuficiência cardíaca A dose recomendada de dapagliflozina é de 10 mg uma vez ao dia, a qualquer hora do dia, independentemente das refeições. Nos estudos DAPA-HF e DELIVER, dapagliflozina foi administrada em conjunto com outras terapias para insuficiência cardíaca. Glif (dapagliflozina)_com_rev_VP_V02 Doença renal crônica A dose recomendada de dapagliflozina é de 10 mg uma vez ao dia, a qualquer hora do dia, independentemente das refeições. No estudo clínico de dapagliflozina em pacientes com doença renal crônica (DAPACKD), dapagliflozina foi administrada em conjunto com outras terapias para doença renal crônica. Populações Especiais Pacientes com insuficiência renal Não é necessário ajuste de dose com base na função renal. A eficácia de dapagliflozina na redução da glicose para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 é menor em pacientes com taxa de filtração glomerular (quantidade de sangue filtrado pelos rins para formar a urina) baixa (TFGe menor que 45 mL/min/1,73m2). Portanto, se a taxa de filtração glomerular estiver baixa, seu médico deve considerar tratamento adicional para redução da glicose no tratamento do diabetes mellitus. Pacientes com insuficiência hepática Não é necessário ajuste da dose de dapagliflozina em pacientes com insuficiência hepática leve, moderada ou grave. Pacientes pediátricos e adolescentes A segurança e eficácia de dapagliflozina em pacientes pediátricos e adolescentes não foram estabelecidas. Pacientes idosos Não é necessário ajuste de dose de dapagliflozina com base na idade do paciente (vide 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?). Pacientes mais velhos têm maior probabilidade de apresentar o …
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Antes de iniciar o tratamento com dapagliflozina, informe seu médico suas condições médicas, inclusive se você: • Tiver diabetes mellitus tipo 1: dapagliflozina não deve ser usado no tratamento de pessoas com diabetes mellitus tipo 1; • Tiver histórico ou risco de cetoacidose diabética (acúmulo de corpos cetônicos, que são substâncias que deixam o sangue ácido, ou seja, com o pH mais baixo do que o normal no organismo). Este medicamento não deve ser usado no tratamento da cetoacidose diabética; • Tiver problemas renais graves; • Tiver infecções do trato urinário (infecções da bexiga, rins ou tubos que transportam a urina) com frequência. Uso em pacientes com insuficiência renal (funcionamento diminuído dos rins) Há poucos dados sobre o tratamento inicial de dapagliflozina em pacientes que apresentam taxa de filtração glomerular (quanto do sangue é filtrado pelos rins para formar a urina) muito baixa (menor que 25 mL/min/1,73m2), ou seja, quando o funcionamento renal está severamente diminuído. A eficácia deste medicamento na redução da glicose para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 é menor em pacientes com insuficiência renal moderada a grave (taxa de filtração glomerular menor do que 45 mL/min/1,73m2) ou com falência renal. Portanto, como em todos os pacientes diabéticos, o funcionamento renal deve ser avaliado antes do início do tratamento com dapagliflozina e periodicamente. Cetoacidose em pacientes com diabetes mellitus Se você apresentar sinais e sintomas compatíveis com cetoacidose, como náuseas, vômito, dor abdominal, mal-estar e falta de ar, você deve consultar imediatamente seu médico para avaliação de suspeita de cetoacidose. Em caso de suspeita de cetoacidose, seu médico pode suspender temporariamente ou interromper o uso de dapagliflozina. Fasciíte necrosante do períneo (Gangrena de Fournier) Casos muito raros, mas que podem levar à morte, de uma infecção na área genital chamada de fasciíte necrosante ou gangrena de Fournier foram relatados no período pós-comercialização do produto. Se você apresentar sintomas como sensibilidade, vermelhidão ou inchaço na área genital, acompanhados de febre e mal-estar, procure um médico e pare imediatamente o uso do medicamento (ver seção Experiência pós-comercialização no item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?). Uso com medicações conhecidas por causar hipoglicemia (redução no nível de glicose no sangue) Insulina e seus secretagogos, tais como sulfonilurei…
ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para uso por paciente que tenha hipersensibilidade (alergia) a dapagliflozina ou a qualquer Glif (dapagliflozina)_com_rev_VP_V02 um dos componentes do medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar reações adversas, embora estas não se manifestem em todas as pessoas. Contacte imediatamente um médico ou o hospital mais próximo se tiver alguma das seguintes reações adversas: • Angioedema - observado muito raramente (pode afetar até 1 em 10.000 pessoas). Estes são sinais de angioedema: - inchaço da face, língua ou garganta; - dificuldade em engolir; - urticária e problemas para respirar. • Cetoacidose diabética – é rara em pacientes com diabetes tipo 2 (pode afetar até 1 em 1.000 pessoas). Estes são os sinais de cetoacidose diabética (consulte também a seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?): - aumento dos níveis de “corpos cetônicos” na urina ou no sangue; - sentir-se doente ou estar doente; - dor de estômago; - sede excessiva; - respiração rápida e profunda; - confusão; - sonolência ou cansaço incomum; - hálito com cheiro doce, sabor doce ou metálico na boca ou odor diferente na urina ou no suor; Glif (dapagliflozina)_com_rev_VP_V02 - rápida perda de peso. Isso pode ocorrer independentemente do nível de açúcar no sangue. O seu médico pode decidir interromper temporária ou permanentemente o seu tratamento com dapaglifozina. • Fasceíte necrosante do períneo ou gangrena de Fournier, uma infecção grave dos tecidos moles dos órgãos genitais ou da área entre os órgãos genitais e o ânus, observada muito raramente. Pare de tomar dapaglifozina e consulte um médico o mais rápido possível se notar alguma das seguintes reações adversas graves: • Infecção do trato urinário, observada frequentemente (pode afetar até 1 em cada 10 pessoas). Estes são sinais de uma infecção grave do trato urinário: - febre e/ou calafrios; - sensação de queimação ao urinar; - dor nas costas ou nas laterais. Embora incomum, se você observar sangue na urina, informe o seu médico imediatamente. Contacte o seu médico o mais rapidamente possível se tiver alguma das seguintes reações adversas: • Níveis baixos de açúcar no sangue (hipoglicemia), observado muito frequentemente (pode afetar mais de 1 em 10 pessoas) em pacientes com diabetes que tomam este medicamento com sulfonilureia ou insulina. Estes são os sinais de baixo nível de açúcar no sangue: - tremores, suores, sensação de muita ansiedade, batimentos cardíacos acelerados; - sentir fome, dor de cabeça, alteração na visão; - mudança de humor ou sensação de confusão. O seu médico irá dizer-lhe como tratar os níveis baixos de …
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.