IVERMECTINA
GenéricoAtualizado em 06 de julho de 2026
IVERMECTINA é um medicamento genérico da classe antiparasitarios, do fabricante GERMED FARMACEUTICA LTDA, registro ANVISA 105830989. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 14,12.
💊 Informações da bula
A ivermectina é indicada para o tratamento de várias condições causadas por vermes ou parasitas. Estudos demonstram que a ivermectina funciona no tratamento das seguintes infecções: Estrongiloidíase intestinal: causada por um parasita denominado Strongyloides stercoralis. Oncocercose: causada por um parasita denominado Onchocerca volvulus. Filariose (elefantíase): causada pelo parasita Wuchereria bancrofti. Ascaridíase (lombriga): causada pelo parasita Ascaris lumbricoides. Escabiose (sarna): causada pelo parasita Sarcoptes scabiei. Pediculose (piolho): causada pelo parasita Pediculus humanus capitis.
Cada comprimido de 6 mg contém: ivermectina..........................................................................................................................................................6 mg excipiente* q.s.p................................................................................................................................................1 com *butil-hidroxitolueno, celulose microcristalina, dióxido de silício, ácido cítrico, fosfato de cálcio dibásico, amido e estearato de magnésio. II -
ESTE MEDICAMENTO? Os comprimidos de ivermectina devem ser ingeridos com água. Em geral, uma dose única do medicamento é suficiente para a eliminação de parasitas. A necessidade, ou não, de repetir o tratamento dependerá de avaliação médica e/ou realização de testes laboratoriais. Estrongiloidíase – Filariose – Ascaridíase – Escabiose – Pediculose: A dosagem recomendada de ivermectina para o tratamento destas condições causadas por parasitas numa única dose oral visa fornecer aproximadamente 200 mcg de ivermectina por kg de peso corporal. Consulte a Tabela 1 para orientar-se em relação à dosagem. Em geral, não são necessárias outras doses. Contudo, devem ser feitos exames de fezes para acompanhamento (estrongiloidíase) e avaliações clínicas (demais afecções), para verificar a eliminação dos vermes ou parasitas (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento? – Precauções”). Tabela 1 Orientação de dosagem de ivermectina para estrongiloidíase, filariose, ascaridíase, escabiose e pediculose. PESO CORPORAL (kg) DOSE ORAL ÚNICA 15 a 24 ½ comprimido 25 a 35 1 comprimido 36 a 50 1 ½ comprimidos 51 a 65 2 comprimidos PESO CORPORAL (kg) DOSE ORAL ÚNICA 66 a 79 2 ½ comprimidos ≥ 80 200 mcg/kg Estrongiloidíase: você deve se submeter a repetidos exames de fezes para documentar a ausência de infecção por Strongyloides stercoralis. Ascaridíase (lombriga): você deve se submeter a exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura. Filariose (elefantíase): você deve continuar com acompanhamento médico, pois a ivermectina não elimina as formas adultas da Wuchereria bancrofti. Escabiose (sarna): você deve retornar ao médico após 1 ou 2 semanas para se certificar da cura. Pediculose (piolho): as lêndeas que estiverem mais aderidas deverão ser removidas manualmente, ou utilizando- se um pente fino. Isto deve ser repetido até que se tenha certeza que não haja mais lêndeas no paciente. Oncocercose: A dosagem recomendada de ivermectina para o tratamento da oncocercose é uma dose oral única que visa fornecer aproximadamente 150 mcg de ivermectina por quilo de peso corporal. Consulte a Tabela 2 para orientar-se em relação à dosagem. Em campanhas de distribuição em massa, inseridas em programas de tratamento internacional, o intervalo entre doses usado de forma mais comum foi de doze meses. No tratamento individual de pacientes, pode-se reconsiderar uma nova dosagem em intervalos de três meses. Tabela 2 Orientação de dosagem de ivermectina para a oncocercose. PESO CORP…
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Precauções Após o tratamento com ivermectina, os pacientes com dermatite de origem oncológica podem apresentar maior probabilidade que outros de sofrer reações adversas graves, especialmente edemas (“inchaços”) e agravamento da oncodermatite. Estrongiloidíase: é necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura. Oncocercose: o tratamento com ivermectina não elimina os parasitas Onchocerca adultos podendo ser necessário um novo tratamento. Filariose (elefantíase): o tratamento elimina apenas as microfilárias, portanto, não haverá reversão das alterações clínicas já existentes decorrentes dos parasitas adultos. Ascaridíase (lombriga): é necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura. Pediculose (piolho) e Escabiose (sarna): deve ser realizada reavaliação médica em 1 a 2 semanas para comprovação da cura. Nesses casos também devem ser tratadas as pessoas que tiveram contato com o paciente e que estão infestadas pelo parasita. Estrongiloidíase em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade): em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de estrongiloidíase intestinal, pode ser necessário repetir a terapia. O tempo de tratamento e a dose adequada serão avaliados individualmente pelo médico assistente. Sarna crostosa em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade): em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de sarna crostosa, pode ser necessário repetir a terapia. Gravidez Categoria de risco: C - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Amamentação: a ivermectina é excretada no leite materno em baixas concentrações. O uso deste medicamento durante a amamentação somente deve ser feito quando indicado pelo médico. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Pediatria: como ainda não se dispõe de dados clínicos suficientes referentes ao tratamento de crianças menores de 5 anos ou com menos de 15 kg, o uso deste medicamento por esses pacientes não deve ser realizado. Pacientes idosos: considerar uma maior frequência de comprometimento da função do fígado, dos rins, e /ou do coração e outras doenças existentes, bem como medicações que estejam em uso comum nesta população. Advertências Os paciente…
ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos à ivermectina ou a algum dos componentes da fórmula, por pacientes com meningite ou outras afecções do Sistema Nervoso Central. O uso deste medicamento juntamente com medicamentos que agem no Sistema Nervoso Central tais como os barbituratos, benzodiazepínicos, ácido valproico e oxibato de sódio não é recomendado. Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 15 kg ou menores de 5 anos. Estudos mostraram doses entre 150 mcg/kg a 200 mcg/kg por dia, dose única, via oral, dependendo do tipo de infecção que o paciente apresente.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? As possíveis reações adversas são leves e transitórias: diarreia, náusea, falta de disposição, dor abdominal, falta de apetite, constipação e vômitos. Também podem ocorrer: tontura, sonolência, vertigem, tremor, coceira, lesão de pele e urticária. Inchaço no rosto e membros, diminuição da pressão do sangue ao levantar-se e batimentos acelerados do coração. Estas reações são de frequência desconhecida. Oncocercose: as reações alérgicas após o tratamento com ivermectina provocam reação do tipo Mazzotti caracterizada por: dor nas articulações, dor abdominal, aumento no tamanho e na sensibilidade dos gânglios, principalmente os gânglios da região inguinal (da virilha), do pescoço e das axilas, além de coceira, inchaço, lesões na pele até urticária e febre. Reações oculares durante o tratamento da oncocercose são raras e podem estar ligadas à doença. Raramente podem tornar-se graves ou associadas com perda de visão, mas de forma geral, são resolvidas sem a necessidade de tratamento com corticosteroides. Estrongiloidíase: as seguintes reações adversas foram relatadas durante o tratamento com ivermectina: Reações relacionadas ao corpo como um todo: fraqueza/fadiga, dor abdominal. Reações gastrintestinais: anorexia, constipação, diarreia, náusea, vômito. Reações relacionadas ao Sistema Nervoso Central: tontura, sonolência, vertigem, tremor. Reações na pele: coceira, erupção cutânea e urticária. Gerais: As seguintes reações adversas foram relatadas com o uso da droga: Dor de cabeça e nos músculos relacionada ao medicamento ocorreu em menos de 1% dos pacientes. Dados de um estudo multicêntrico, realizado dentro do Programa de Controle da Oncocercose, o qual tratou 50.929 pacientes, com dose única de ivermectina, acompanhados por 72 horas pós-tratamento; mostrou 2,4% de reações adversas moderadas e 0,24 % de reações graves (93 casos). As reações graves mais frequentes foram diminuição da pressão relacionada à posição do corpo sintomática e falta de ar intensa. Não houve nenhum caso de morte pós-tratamento. Dentro das reações adversas mais comuns, relatou-se: dor de cabeça, dor muscular, falta de ar, dores pelo corpo, febre, reações na pele, enjoo, falta de apetite, vômitos, inchaço no rosto e membros. Podemos dizer que as reações adversas graves foram classificadas nesta população como incomuns (˃ 1/1000 e ≤ 1/100 casos). Experiência Pós-comercialização As seguintes reações adversas foram relatadas: Oncocercose: sangramento na con…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.