LFM-DAPSONA
SimilarAtualizado em 06 de julho de 2026
LFM-DAPSONA é um medicamento similar da classe hansenostaticos, do fabricante LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHA, registro ANVISA 126250048.
💊 Informações da bula
O LFM-Dapsona é um auxiliar no tratamento de todas as formas de hanseníase e dermatite herpetiforme (doença da pele). 2.COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? O LFM-Dapsona contém como princípio ativo a dapsona que pertence ao grupo das sulfonas e ajuda a eliminar o Mycobacterium leprae (bacilo causador da hanseníase). Embora a ação comece poucas horas após a administração, este medicamento deve ser usado pelo tempo estipulado pelo médico, sempre associado a outros medicamentos.
Cada comprimido simples contém 100 mg de dapsona. Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, manitol, estearato de magnésio e talco.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Advertências e precauções Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como: febre, palidez, icterícia (cor amarelada da pele e mucosas), manchas hemorrágicas ou infecção de garganta. Informe ao seu médico caso você use ou esteja usando outro medicamento durante o tratamento com dapsona, principalmente anti-histamínicos (loratadina), antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, imipramina) e fenotiazinas (clorpromazina). Dapsona deve ser usada com precaução nos pacientes com doença cardíaca ou pulmonar, ou ainda porfiria. A dapsona deve ser usada com cautela nos portadores de deficiência de glicose 6-fosfato desidrogenase (G6PD), no diabetes descompensado e na insuficiência hepática. Eventual anemia deverá ser tratada antes de se iniciar o tratamento. Recomenda-se redobrar os cuidados com a higiene bucal, com especial cuidado na manipulação de escovas, fios dentais e palitos, devido ao risco de queda dos glóbulos de defesa e das plaquetas que contribui para o desenvolvimento de enfermidades bucais e sangramentos. Seu médico poderá pedir exames para controle se achar indicado. Recomenda-se que a gestante que use dapsona faça também a ingestão diária de 5 mg de ácido fólico. Uso durante a gravidez Não há segurança sobre o emprego na gravidez, portanto, só deve ser usado se o médico, após criteriosa avaliação, julgar que os benefícios potenciais ultrapassem os riscos. “Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.” 2 Uso durante a amamentação A dapsona pode ser excretada pelo leite materno e pode causar destruição dos glóbulos vermelhos em bebês que tenham deficiência de G6PD. Portanto, a dapsona só deve ser administrada a mães que amamentam se o médico julgar que os benefícios esperados ultrapassem os possíveis riscos. Interações medicamentosas Deve-se evitar o uso concomitante de dapsona com outros medicamentos potencialmente depressores da medula óssea (como cloranfenicol) ou causadores de hemólise (como derivados da sulfa). O uso concomitante de ácido p-aminobenzóico (PABA) pode antagonizar o efeito da dapsona no tratamento da hanseníase. A probenecida reduz a excreção renal da dapsona aumentando os efeitos adversos. O efeito da dapsona se reduz quando usada em concomitância com rifamicinas (rifabutina, rifampicina e rifapentina). Há aumento do efeito e também maior risco de efeitos adversos se a dapsona for usada em concomitância com amprenavir, saqu…
ESTE MEDICAMENTO? Contraindicações Não use LFM-Dapsona se você já teve reações alérgicas ou hipersensibilidade à dapsona ou compostos contendo sulfas. Não deve ser utilizado durante a gravidez e na amamentação, sem orientação médica. Não use LFM-Dapsona se você tem amiloidose renal avançada. “Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas.”
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): áreas de hiperpigmentação (manchas escuras) ocorreram em 4% dos pacientes. Reações adversas relatadas com frequência desconhecida: a hemólise (destruição de glóbulos vermelhos com risco de anemia e icterícia) é o efeito tóxico mais comum, em pacientes com ou sem deficiência de G6PD. É mais frequente com uso de doses altas. Também apareceram casos de outros tipos de anemia, queda das células de defesa do sangue. Outras manifestações incluem náuseas, vômitos, diarréias, dermatite alérgica, raramente incluindo necrólise epidérmica tóxica e síndrome de Stevens-Johnson (que são alterações graves da pele), dor de cabeça, formigamentos, insônia, psicose reversível e hepatite. Se ocorrer a síndrome da dapsona (vermelhidão no corpo, febre e eosinofilia, que é uma alteração no exame de sangue) deve-se descontinuar o tratamento imediatamente porque pode evoluir para dermatite esfoliativa (alteração da pele), hipoalbuminemia (diminuição da albumina), psicose e morte. “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC), ou pelo Setor de Farmacovigilância da empresa pelo telefone (21) 3860-2859.”
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.