MEPICAIN 3%
Similar3%
Atualizado em 06 de julho de 2026
MEPICAIN 3% (3%) é um medicamento similar da classe anestesicos locais, do fabricante CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA., registro ANVISA 102980407. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 210,15.
💊 Informações da bula
O MEPICAIN® 3% (cloridrato de mepivacaína) está indicado para a anestesia local em odontologia, por infiltração ou bloqueio em intervenções odontológicas em geral, como extrações múltiplas, próteses imediatas e procedimentos endodônticos em adultos, adolescentes e crianças com mais de 4 anos de idade (acima de 20 kg de peso corporal).
Cada carpule com 1,8 mL contém : cloridrato de mepivacaína ............................................................................................................ 54,0 mg (equivalente a 47,04 mg de mepivacaína) Excipientes (cloreto de sódio, metilparabeno, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico para ajuste de pH) Veículo estéril q.s.p. .......................................................................................................................1,8 mL II -
ESTE MEDICAMENTO? A dose de MEPICAIN® 3% depende da condição física do paciente, da área da cavidade oral que será anestesiada, da vascularização dos tecidos orais e da técnica anestésica a ser utilizada. O menor volume de solução que resulte em anestesia eficaz deve ser administrado e deve haver tempo entre as injeções para observar se o paciente manifesta alguma reação adversa. A dose máxima é de 4,4 mg/kg, sem ultrapassar 300 mg (equivalente a 5 carpules para adultos saudáveis normais); a dose deve ser reduzida em pacientes clinicamente comprometidos (com doença renal ou hepática, por exemplo), debilitados ou idosos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Necessário adquirir agulhas estéreis descartáveis compatíveis com a seringa utilizada pelo profissional de saúde.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? A segurança e eficácia do anestésico local está ligada diretamente a dose correta e maneira com que o dentista irá aplicar o medicamento. Recomenda-se informar ao dentista sobre qualquer doença ou tratamento que tenha, listando todos os medicamentos que está tomando. As reações alérgicas a anestésicos locais são bastante raras, especialmente as que resultam em morte. O dentista deverá dispor de equipamentos e medicamentos que permitam identificar a reação alérgica e realizar o tratamento da mesma imediatamente. O paciente deve ter cuidado para não traumatizar os lábios, língua, mucosa da bochecha ou palato mole quando estas estruturas forem anestesiadas. A ingestão de alimentos deve ser adiada até a volta da função e sensibilidade normais. Uso em crianças: A principal preocupação com pacientes pediátricos é a relativa facilidade de induzir uma superdose. Assim, antes da administração do AL à criança, o dentista deve determinar o peso da criança e calcular a máxima dose. Aconselha-se selecionar a solução contendo a menor concentração de AL. Pacientes epilépticos: Os ALs devem ser usados com cuidado em pacientes com epilepsia, devendo-se administrar a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente. Pacientes com doenças hepáticas: No caso de doença hepática, devem ser tomadas precauções especiais para administrar a dose mais baixa que conduza a uma anestesia eficaz, particularmente após utilizações repetidas. Pacientes com doenças renais: Em pacientes com doença renal deve ser utilizada a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente. Deve-se também ter cuidado ao utilizar este medicamento em pacientes com acidose, devido ao risco de agravamento da insuficiência renal ou controle inadequado de diabetes mellitus tipo 1. Pacientes que recebam tratamento com antiagregante plaquetário/anticoagulantes: Em pacientes que estejam em tratamento com antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes deve ser realizada a monitoração do tempo de protrombina, uma vez que há o risco aumentado de sangramento grave após a punção acidental do vaso e durante a cirurgia oro-maxilo-facial, o que está mais associado ao procedimento do que ao medicamento. Pacientes idosos: As doses devem ser reduzidas em pacientes idosos (falta de dados clínicos), devendo-se administrar a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente, visto que pacientes idosos podem apresentar algum comprometimento hepático e/ou cardiovascular.…
ESTE MEDICAMENTO? Os anestésicos locais (ALs) tipo amida são contraindicados a pacientes que apresentem hipertermia maligna (hiperpirexia). MEPICAIN® 3% (cloridrato de mepivacaína) também é contraindicado para pacientes que apresentam distúrbios graves da condução atrioventricular não compensados pelo marca-passo e com epilepsia mal controlada. A hipersensibilidade aos ALs do tipo amida e a quaisquer componentes presentes na composição de MEPICAIN® 3% (cloridrato de mepivacaína) é uma contraindicação absoluta. A insuficiência hepática é uma contraindicação relativa à administração de anestésicos locais. Isto inclui pacientes submetidos à diálise renal e aqueles com nefrite túbulo intersticial crônica. Insuficiência hepática e cardiovascular significativas e a tireotoxicose (hipertireoidismo) são contraindicações relativas ao uso dos AL. Este medicamento é contraindicado para menores de 4 anos (cerca de 20 kg de peso corporal).
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Reações adversas após a administração de cloridrato de mepivacaína são similares em natureza às reações observadas com os outros anestésicos locais do tipo amida. Essas reações são, geralmente, dose-dependentes e podem ser resultado de uma concentração plasmática elevada. As reações adversas após altas concentrações sistêmicas causadas por superdose, absorção rápida ou injeção intravascular não intencional podem ser graves, e também poder ser resultantes de hipersensibilidade, idiossincrasia ou menor tolerância por parte do paciente. As reações adversas graves são geralmente sistêmicas. O perfil de segurança foi semelhante em crianças e adolescentes dos 4 aos 18 anos, em comparação aos adultos. As reações adversas reportadas provêm de notificações espontâneas, estudos clínicos e dados da literatura. Por convenção, a frequência dos sinais iniciais de toxicidade do SNC ou cardiovascular é considerada rara. A classificação das frequências segue os parâmetros: muito comum (≥ 1/10), comum (≥1/100 a <1/10), incomum (≥1/1.000 a <1/100), rara (≥1/10.000 a <1/1.000), muito rara (<10.000) e desconhecida (não pôde ser estimada a partir dos dados disponíveis). Classe de órgãos do sistema MedDRA Frequência Reação Adversa Infecções e infestações Desconhecida Gengivite Doenças do sistema imunológico Rara Hipersensibilidade1 Distúrbios psiquiátricos Desconhecida Humor eufórico, nervosismo, ansiedade, agitação e inquietação Distúrbios do sistema nervoso Comum Dor de cabeça Rara Neuropatia2: neuralgia (dor neuropática)2, parestesias2, 3 e hipoestesia; síndrome de Horner, vertigem (tontura), tremor, depressão profunda do SNC4 Distúrbios dos olhos Rara Deficiência visual, visão turva, distúrbio de acomodação Desconhecida Ptose palpebral, enoftalmia, exoftalmia, diplopia (paralisia dos músculos oculomotores), amaurose (cegueira), midríase, miose Distúrbios do ouvido e labirinto Desconhecida Zumbido e hiperacusia Distúrbios cardíacos Rara Parada cardíaca5; bradiarritmia e bradicardia; taquiarritmia (incluindo extrassístoles ventriculares e fibrilação ventricular)5; angina pectoris6; distúrbios de condução (bloqueio atrioventricular); taquicardia Desconhecida Depressão miocárdica5 (em pacientes com doença cardíaca subjacente ou em uso de determinados medicamentos) Distúrbios vasculares Rara Hipotensão (com possível colapso circulatório) Muito rara Hipertensão Desconhecida Vasodilatação; hiperemia local ou regional Distúrbios respiratórios, to…
💰 Preços regulados (CMED)
Outras versões de CLORIDRATO DE MEPIVACAÍNA
Outros ANESTESICOS LOCAIS
As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.