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NEPRESOL

Referência

Atualizado em 06 de julho de 2026

Preço máximo
R$ 277,84
PF CMED

NEPRESOL é um medicamento de referência da classe anti-hipertensivos simples, do fabricante CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA., registro ANVISA 102980089. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 277,84.

Registro ANVISA
102980089
Vencimento registro
2027-10
Classe terapêutica
ANTI-HIPERTENSIVOS SIMPLES
Princípio ativo
CLORIDRATO DE HIDRALAZINA
Fabricante
cristalia produtos quimicos farmaceuticos ltda

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

Este medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão essencial, isolada ou acompanhada. É utilizado concomitante, com outros anti-hipertensivos, como betabloqueadores e diuréticos.

🧪Composição

Nepresol® 20 mg/mL Cada mL contém: cloridrato de hidralazina ......................................................... 20 mg Veículo estéril q.s.p. .................................................................... 1 ml (Veículo: propilenoglicol, água para injetáveis). II -

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Nepresol® destina-se ao uso intramuscular, intravenoso lento e infusão intravenosa. Necessário adquirir agulhas e equipos de infusão. Este medicamento deve ser aplicado por profissional de saúde, com o uso de agulhas estéreis e, quando necessário, equipos de infusão, que devem ser adquiridos separadamente. A aplicação pode ser realizada no músculo ou na veia, de forma lenta ou por infusão intravenosa, conforme orientação médica. O tipo de agulha, o uso de equipo e o modo de administração serão definidos pelo profissional responsável, de acordo com a sua condição clínica. A dose deve ser sempre individualizada e ajustada pelo médico de acordo com a pressão arterial do paciente. A administração parenteral de hidralazina deve ser sempre realizada com cautela e sob rigorosa supervisão médica. A pressão arterial e a freqüência cardíaca devem ser verificadas frequentemente (a cada 5 minutos). Os níveis de pressão arterial podem começar a cair em poucos minutos após a injeção, com uma diminuição média máxima ocorrendo em 10 a 80 minutos. A resposta satisfatória pode ser definida como uma diminuição na pressão arterial diastólica para 90–100mmHg. Doses: Doses iniciais de 1 a 10mg, por injeção intravenosa lenta, que pode ser repetida, se necessário, após um intervalo de 20 a 30 minutos (para evitar diminuição brusca na pressão arterial, com redução crítica da perfusão cerebral ou útero-placentária). Em crises hipertensivas, exceto pré-eclampsia/eclampsia, doses de até 40mg têm sido utilizadas. A hidralazina pode ser administrada por infusão intravenosa contínua, iniciando com uma velocidade de fluxo de 200 a 300mcg/min. A velocidade de manutenção do fluxo deve ser determinada individualmente e, em geral, situa-se dentro da faixa de 50 a 150mcg/min. Pacientes com insuficiência renal pode exigir uma dose inferior. Em casos em que há um aumento previamente existente na pressão intracraniana, diminuição da pressão arterial pode aumentar a isquemia cerebral. Pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos das doses usuais para adultos. Diluição e Administração: Cada ampola apresenta 20 mg. Para o preparo de solução diluída com concentração final de 2 mg/mL, transferir assepticamente o conteúdo de uma ampola (1 mL) em 9 mL de solução de cloreto de sódio 0,9% ou água para injetáveis. Para o preparo de solução diluída com concentração final de 0,4 mg/mL, transferir assepticamente o conteúdo de uma ampola (1 mL) em 49 mL de solução de cloreto de sódi…

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Sistema cardiovascular: O estado "hiperdinâmico" geral da circulação induzido pela hidralazina pode acentuar certas condições clínicas. A estimulação miocárdica pode provocar ou agravar a angina pectoris ou provocar infarto do miocárdio. A hidralazina pode causar ataques anginosos e alterações eletrocardiográficas indicativas de isquemia miocárdica. Portanto, a hidralazina deve ser usada com cautela em pacientes com suspeita de doença arterial coronariana. Pacientes com suspeita ou confirmação de doença arterial coronariana devem receber hidralazina apenas sob cobertura de um betabloqueador ou em combinação com outros agentes simpatolíticos adequados. É importante que a medicação betabloqueadora seja iniciada alguns dias antes do início do tratamento com hidralazina. Os pacientes que sobreviveram a um infarto do miocárdio não devem receber hidralazina até que se atinja uma fase de estabilização pós infarto. A hidralazina não deve ser usada na insuficiência cardíaca. O paciente deve ser mantido sob cuidadosa vigilância e/ou monitorização hemodinâmica para a detecção precoce de uma hipotensão postural ou taquicardia. Quando for indicada a interrupção da terapia na insuficiência cardíaca, a hidralazina deve ser retirada gradualmente (exceto em situações graves, tais como, na síndrome similar ao lúpus eritematoso sistêmico ou discrasia sanguínea) a fim de evitar a precipitação e/ou exacerbação da insuficiência cardíaca. Doença cerebrovascular: como todos os anti-hipertensivos potentes, a hidralazina deve ser usada com cautela em pacientes que sofrem de doença cerebrovascular, uma vez que pode aumentar a isquemia. Sistema imunitário: o tratamento prolongado com hidralazina (geralmente por mais de 6 meses) pode provocar uma síndrome semelhante ao LES, especialmente quando são prescritas dosagens superiores a 100 mg por dia. Na sua forma leve, esta síndrome lembra a artrite reumatoide (artralgia, por vezes associada a febre, anemia, leucopenia, trombocitopenia e erupção cutânea) e revela-se reversível após a retirada do medicamento. Em sua forma mais grave, assemelha-se ao LES agudo (manifestações semelhantes à forma mais leve, além de pleurisia, derrames pleurais e pericardite; o envolvimento do sistema nervoso e renal é mais raro do que no lúpus idiopático). A detecção precoce e um diagnóstico oportuno com terapia apropriada (a interrupção do tratamento e, possivelmente, o tratamento a longo prazo com corticosteroides pode ser necessár…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? Nepresol® é contraindicado em casos de hipersensibilidade ao cloridrato e derivados de hidralazina, dihidralazina ou aos componentes da fórmula, doença cardíaca reumática da válvula mitral, taquicardia grave ou com caso recente de infarto do miocárdio, aneurisma dissecante da aorta e lúpus eritematoso sistêmico idiopático e doenças correlatas. Seu uso deve ser cauteloso em pacientes com histórico de distúrbios coronarianos ou sob tratamento com medicamentos antidepressivos. O uso deste medicamento não é recomendado para pacientes com porfiria.

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Frequência das Reações Adversas > 1/10 (> 10%) Muito comum > 1/100 e < 1/10 (> 1% e < 10%) Comum (frequente) > 1/1.000 e < 1/100 (> 0,1% e < 1%) Incomum (Infrequente) > 1/10.000 e < 1.000 (> 0,01% e < 0,1%) Rara < 1/10.000 (< 0,01%) Muito rara Sistema cardiovascular Muito comuns: taquicardia, palpitação. Comuns: flushing (rubor), hipotensão, angina pectoris e sintomas de angina. Incomuns: edema, insuficiência cardíaca congestiva. Muito raras: respostas pressóricas paradoxais. Olhos Incomuns: aumento do lacrimejamento, conjuntivite. Muito rara: exoftalmia. Sistema nervoso central e periférico Muito comum: cefaleia. Incomum: vertigens. Muito raras: neurites periféricas, polineurites, parestesia (estes efeitos indesejáveis podem ser revertidos pela administração de piridoxina) e tremor. Sistema músculo-esquelético Comuns: artralgia, mialgia, edema articular, cãibras. Pele e anexos Incomum: rash (erupção cutânea). Sistema urogenital Incomuns: proteinúria, creatinina plasmática aumentada, hematúria, algumas vezes associada à glomerulonefrite. Muito raras: insuficiência renal aguda, retenção urinária. Trato gastrintestinal Comuns: distúrbios gastrintestinais, diarreia, náusea, vômitos. Incomuns: icterícia, hepatomegalia, função hepática anormal, algumas vezes associada à hepatite. Muito rara: íleo paralítico, fibrose retroperitoneal. Doenças hepatobiliares: Incomuns: icterícia, hepatomegalia, função hepática anormal (por vezes em associação com hepatite). Frequência desconhecida - hepatoesplenomegalia (geralmente associada a sintomas semelhantes aos do LES. Sangue Incomuns: anemia, leucopenia, neutropenia, trombocitopenia com ou sem púrpura. Muito raras: anemia hemolítica, leucocitose, linfadenopatia, pancitopenia, esplenomegalia, agranulocitose. Distúrbios gerais e condições do local de administração Incomuns: pirexia, mal-estar, edema. Sistema imunitário Comuns: teste positivo para FAN. Incomuns: síndrome semelhante à LES, reações de hipersensibilidade como prurido, urticária, vasculite incluindo síndrome renal pulmonar, eosinofilia, hepatite. Transtornos psiquiátricos Incomuns: agitação, anorexia nervosa, ansiedade. Muito raras: depressão, alucinações. Reações de hipersensibilidade Incomuns: síndrome similar ao lúpus eritematoso sistêmico, reações de hipersensibilidade tais como prurido, urticária, vasculite, eosinofilia, hepatite. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Incomuns: - dispneia, dor pleural, congest…

💰 Preços regulados (CMED)

📊 Tabela CMED — Abril/2026
RegimePFPMVG
0%R$ 277,84R$ 218,02
12%R$ 315,73R$ 247,75
17%R$ 334,75R$ 262,68
17,5%R$ 336,78R$ 264,27
18%R$ 338,83R$ 265,88
19%R$ 343,01R$ 269,16
20%R$ 347,30R$ 272,53
PF = Preço de FábricaPMVG = Preço Máximo de Venda ao Governo

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Aviso legal

As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.