NEPRESOL
ReferênciaAtualizado em 05 de outubro de 2026
NEPRESOL é um medicamento de referência da classe anti-hipertensivos simples, do fabricante CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA., registro ANVISA 102980089. Preço Fábrica (PF, CMED, ref. 24/09/2026): de R$ 138,91 a R$ 360,83, conforme a alíquota de ICMS, em 2 apresentações. A CMED não publica o PMC deste produto.
💊 Informações da bula
Este medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão essencial, isolada ou acompanhada. É utilizado concomitante, com outros anti-hipertensivos, como betabloqueadores e diuréticos.
Nepresol® 20 mg/mL Cada mL contém: cloridrato de hidralazina ......................................................... 20 mg Veículo estéril q.s.p. .................................................................... 1 ml (Veículo: propilenoglicol, água para injetáveis).
Nepresol® destina-se ao uso intramuscular, intravenoso lento e infusão intravenosa. A dose deve ser sempre individualizada e ajustada pelo médico de acordo com a pressão arterial do paciente. A administração parenteral de hidralazina deve ser sempre realizada com cautela e sob rigorosa supervisão médica. A pressão arterial e a freqüência cardíaca devem ser verificadas frequentemente (a cada 5 minutos). Os níveis de pressão arterial podem começar a cair em poucos minutos após a injeção, com uma diminuição média máxima ocorrendo em 10 a 80 minutos. A resposta satisfatória pode ser definida como uma diminuição na pressão arterial diastólica para 90–100mmHg. Doses: Doses iniciais de 1 a 10mg, por injeção intravenosa lenta, que pode ser repetida, se necessário, após um intervalo de 20 a 30 minutos (para evitar diminuição brusca na pressão arterial, com redução crítica da perfusão cerebral ou útero-placentária). Em crises hipertensivas, exceto pré-eclampsia/eclampsia, doses de até 40mg têm sido utilizadas. A hidralazina pode ser administrada por infusão intravenosa contínua, iniciando com uma velocidade de fluxo de 200 a 300mcg/min. A velocidade de manutenção do fluxo deve ser determinada individualmente e, em geral, situa-se dentro da faixa de 50 a 150mcg/min. Pacientes com insuficiência renal pode exigir uma dose inferior. Em casos em que há um aumento previamente existente na pressão intracraniana, diminuição da pressão arterial pode aumentar a isquemia cerebral. Pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos das doses usuais para adultos. Diluição e Administração: Cada ampola apresenta 20 mg. Para o preparo de solução diluída com concentração final de 2 mg/mL, transferir assepticamente o conteúdo de uma ampola (1 mL) em 9 mL de solução de cloreto de sódio 0,9% ou água para injetáveis. Para o preparo de solução diluída com concentração final de 0,4 mg/mL, transferir assepticamente o conteúdo de uma ampola (1 mL) em 49 mL de solução de cloreto de sódio 0,9%. A dose inicial recomendada é de 5 a 10 mg por via intravenosa, seguida por um período de 20 minutos de observação. Se não for obtido controle da pressão arterial (queda de 20% dos níveis iniciais ou PAD entre 90 e 100 mmHg) pode-se se administrar de 5 mg a 10 mg em intervalos de 20 minutos até uma dose cumulativa máxima de 40 mg. A ausência de resposta deve ser considerada como hipertensão refratária. O efeito hipotensor dura entre duas a seis horas.…
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Frequência das Reações Adversas > 1/10 (> 10%) Muito comum > 1/100 e < 1/10 (> 1% e < 10%) Comum (frequente) > 1/1.000 e < 1/100 (> 0,1% e < 1%) Incomum (Infrequente) > 1/10.000 e < 1.000 (> 0,01% e < 0,1%) Rara < 1/10.000 (< 0,01%) Muito rara Sistema cardiovascular Muito comuns: taquicardia, palpitação. Comuns: flushing (rubor), hipotensão, angina pectoris e sintomas de angina. Incomuns: edema, insuficiência cardíaca congestiva. Muito raras: respostas pressóricas paradoxais. Olhos Incomuns: aumento do lacrimejamento, conjuntivite. Muito rara: exoftalmia. Sistema nervoso central e periférico Muito comum: cefaleia. Incomum: vertigens. Muito raras: neurites periféricas, polineurites, parestesia (estes efeitos indesejáveis podem ser revertidos pela administração de piridoxina) e tremor. Sistema músculo-esquelético Comuns: artralgia, mialgia, edema articular, cãibras. Pele e anexos Incomum: rash (erupção cutânea). Sistema urogenital Incomuns: proteinúria, creatinina plasmática aumentada, hematúria, algumas vezes associada à glomerulonefrite. Muito raras: insuficiência renal aguda, retenção urinária. Trato gastrintestinal Comuns: distúrbios gastrintestinais, diarreia, náusea, vômitos. Incomuns: icterícia, hepatomegalia, função hepática anormal, algumas vezes associada à hepatite. Muito rara: íleo paralítico, fibrose retroperitoneal. Doenças hepatobiliares: Incomuns: icterícia, hepatomegalia, função hepática anormal (por vezes em associação com hepatite). Frequência desconhecida - hepatoesplenomegalia (geralmente associada a sintomas semelhantes aos do LES. Sangue Incomuns: anemia, leucopenia, neutropenia, trombocitopenia com ou sem púrpura. Muito raras: anemia hemolítica, leucocitose, linfadenopatia, pancitopenia, esplenomegalia, agranulocitose. Distúrbios gerais e condições do local de administração Incomuns: pirexia, mal-estar, edema. Sistema imunitário Comuns: teste positivo para FAN. Incomuns: síndrome semelhante à LES, reações de hipersensibilidade como prurido, urticária, vasculite incluindo síndrome renal pulmonar, eosinofilia, hepatite. Transtornos psiquiátricos Incomuns: agitação, anorexia nervosa, ansiedade. Muito raras: depressão, alucinações. Reações de hipersensibilidade Incomuns: síndrome similar ao lúpus eritematoso sistêmico, reações de hipersensibilidade tais como prurido, urticária, vasculite, eosinofilia, hepatite.…
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.