PASMODEX
SimilarAtualizado em 06 de julho de 2026
PASMODEX é um medicamento similar da classe antiespasmodicos e anticolinergicos gastrintestinais, do fabricante HALEX ISTAR INDÚSTRIA FARMACÊUTICA SA, registro ANVISA 103110165.
💊 Informações da bula
Pasmodex é para o bloqueio temporário de efeitos muscarínicos graves ou potencialmente letais, por exemplo, como um agente contra a salivação, um agente contra o sistema nervoso mediado pelo nervo vago, um antídoto para intoxicação por organofosforados, carbamatos ou cogumelos muscarínicos, e para tratar ritmo cardíaco lento (bradicardia) sintomático.
sulfato de atropina 0,025% Cada mL contém: sulfato de atropina (D.C.B. 00935).......................................................................................0,25 mg * *Equivalente a 0,2566 mg de sulfato de atropina monoidratado. Excipientes: água para injetáveis, ácido clorídrico, hidróxido de sódio.
ESTE MEDICAMENTO? Em geral, a administração intravenosa é a preferida, mas a administração subcutânea, intramuscular, endotraqueal e intraóssea é possível. A posologia deve ser estabelecida a critério médico. A injeção intravenosa deve ser feita lentamente. De modo geral, recomenda-se: Dosagem em adultos Tabela 1: Dosagem recomendada em pacientes adultos Uso Dose inicial Tratamento continuado Antisialogogo ou outro antivagal 0,5 a 1 mg IV/IM/SC Repita conforme a necessidade a cada (pré-anestesia e durante cirurgia) 30 a 60 minutos pré- 4-6 horas operatório Dose total máxima: 3 mg Envenenamento por 1 a 6 mg IV/IM/ET Repita conforme a necessidade a cada organofosforados, carbamatos ou dependendo da gravidade 3 a 5 minutos cogumelos muscarínicos dos sintomas A dose pode ser dobrada a cada administração até obtenção da resposta (broncoespasmo reduzidos, oxigenação melhorada e secagem das secreções pulmonares). Dose de manutenção: Administrar 10% a 20% da dose de carga necessária para obtenção da resposta, em infusão contínua por hora e titular Dose total máxima: não há dose total máxima BU017/07 Bradicardia sintomática* 0,5 mg IV/IM ou 1 a 2 mg Conforme a necessidade a cada 3 a 5 ET diluindo em não mais minutos. que 10 mL de água estéril para injeção ou cloreto de Dose total máxima: 3 mg sódio a 0,9% IV=intravenoso; IM=intramuscular, SC=subcutâneo; ET=endotraqueal *Não confie na atropina no bloqueio AV de segundo grau ou de terceiro grau tipo II com complexos QRS largos, pois essas bradiarritmias provavelmente não respondem à reversão dos efeitos colinérgicos pela atropina. A atropina não tem efeito sobre a bradicardia em pacientes com corações transplantados. Posologia em pacientes pediátricos T abela 2: Dosagem recomendada em pacientes pediátricos Uso Dose inicial Tratamento continuado Antisialogogo ou outro antivagal 0,02 mg/Kg IV/IM/SC Repita conforme a necessidade a cada 4-6 (pré-anestesia e durante cirurgia)* 30 a 60 minutos pré- horas operatório Dose única máxima: Dose total máxima: Menos de 12 anos: Menos de 12 anos: 0,5 mg 1 mg 12 anos ou mais: 1 mg 12 anos ou mais: 2 mg Envenenamento por 0,02 a 0,06 mg/Kg Repita conforme a necessidade a cada 5 organofosforados, carbamatos ou IV/IM/IO/ET minutos cogumelos muscarínicos A dose pode ser dobrada a cada administração até obtenção da resposta (broncoespasmo reduzidos, oxigenação melhorada e secagem das secreções pulmonares). Dose de manutenção: Administrar 10% a 20% da dose de carga necessária para obtenção…
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? O uso prolongado de substâncias que agem sobre os receptores muscarínicos, por diminuir o fluxo salivar, contribui para o desenvolvimento de cáries, enfermidade periodontal e candidíase oral. Pode ocorrer um rápido aumento de temperatura, principalmente em crianças e em áreas com temperatura elevada, devido à diminuição da sudorese. Não se recomenda o uso do medicamento na presença de diarreia que pode ser o sinal inicial de uma obstrução intestinal incompleta. Podem ocorrer alterações psicóticas em indivíduos sensíveis, especialmente em pacientes geriátricos, com sintomas decorrentes de alterações no Sistema Nervoso Central. Usar com cautela na úlcera gástrica devido a um possível retardamento no esvaziamento gástrico. Pasmodex deve ser administrado somente por profissionais experientes em locais que possuam prontidão para emergências. Tolerância Com o uso contínuo e/ou de pequenas doses pode se desenvolver tolerância, diminuindo algumas das reações adversas, mas reduzindo, também, a eficácia do medicamento. BU017/07 Dependência Não há dados que indiquem que a atropina, por qualquer via de administração, cause dependência física ao nível do sistema nervoso central ou dependência psíquica, contudo, a interrupção abrupta dos antimuscarinícos pode produzir sintomas semelhantes aos de uma síndrome de abstinência, o que é indicativo de dependência física, a nível periférico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Efeito na habilidade de dirigir ou operar máquinas Pode ocorrer sonolência, tontura e visão distorcida. Os pacientes devem ser alertados para redobrar os cuidados ao dirigir ou ao executarem atividades potencialmente perigosas. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Uso em crianças: Crianças pequenas são extremamente sensíveis aos efeitos adversos da atropina, doses moderadas podem causar febre atropínica. A dose de cerca de 10 mg pode ser letal em crianças. O seu uso nestes pacientes deve ser acompanhado de estreita vigilância. A segurança em crianças e neonatos não está completamente elucidada. Deve-se estar atento quanto a qualquer alteração que a criança possa apresentar. Uso em idosos: Utilizar com cautela em pacientes idosos, devido a maior sensibilidade destes aos efeitos adversos do medicamento. Pode ocorrer precipitação de glaucoma não diagnosticado, excitação, agitação, sonolência ou confusão. Outros grupos de risco: Pode ser necessária…
ESTE MEDICAMENTO? Seu uso é contraindicado em casos de alergia ao medicamento ou a qualquer componente da formulação. Contraindicado em pacientes com asma, glaucoma ou tendência ao glaucoma (elevação da pressão dentro dos olhos), adesão entre íris e o cristalino, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), estado cardiovascular instável em hemorragia aguda, isquemia do miocárdio, enfermidades obstrutivas gastrintestinais e geniturinárias, íleo paralítico, atonia intestinal em pacientes geriátricos ou debilitados, colite ulcerativa severa, megacólon tóxico associado à colite ulcerativa, enfermidades hepáticas e renais severas, miastenia grave.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Hipersensibilidade A atropina pode causar anafilaxia. BU017/07 Agravamento da cardiopatia isquêmica Em pacientes com cardiopatia isquêmica, a dose total deve ser restrita a 2 a 3 mg (máximo 0,03 a 0,04 mg/kg) para evitar taquicardia induzida por atropina, aumento da demanda miocárdica de oxigênio e potencial para piorar a isquemia cardíaca ou aumentar o tamanho do infarto. Glaucoma agudo A atropina pode precipitar o glaucoma agudo. Obstrução pilórica A atropina pode converter estenose pilórica orgânica parcial em obstrução completa. Retenção urinária completa A atropina pode levar à retenção urinária completa em pacientes com hipertrofia prostática. Tampões viscerais A atropina pode causar espessamento das secreções brônquicas e formação de tampões viscerais em pacientes com doença pulmonar crônica. As reações adversas foram identificadas durante o uso pós-aprovação do sulfato de atropina. Visto que essas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento. A maioria dos efeitos colaterais da atropina está diretamente relacionada à sua ação antimuscarínica. Boca seca, visão turva, fotofobia e taquicardia ocorrem com frequência. Anidrose pode produzir intolerância ao calor. Constipação e dificuldade na micção podem ocorrer. Reações de hipersensibilidade ocasionais foram observadas, incluindo erupções cutâneas graves. Íleo paralítico pode ocorrer. Exarcebação de refluxo foi relatado. Doses maiores ou tóxicas podem produzir efeitos tão centrais como a inquietação, tremores, fadiga, dificuldade locomotora, delírio, seguidos de alucinações, depressão e em ultima análise, paralisia medular e morte. Grandes doses também podem levar ao colapso circulatório. Nesses casos, o declínio da pressão arterial e a morte por insuficiência respiratória podem ocorrer após paralisia e coma. Gastrintestinais: xerostomia, náusea, vômito, disfagia, azia, constipação e íleo paralítico. Geniturinário: retenção urinária e impotência. Ocular: visão distorcida, midríase, fotofobia, cicloplegia e aumento da pressão ocular. Cardiovascular: palpitação, bradicardia (baixas doses de atropina) e taquicardia (altas doses). Sistema Nervoso Central: cefaleia, sonolência, fadiga, desorientação, nervosismo, insônia, perda temporária da memória, confusão mental e excitação, especialmente em pacientes geriátricos. A…
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.