PULMICORT
ReferênciaAtualizado em 06 de julho de 2026
PULMICORT é um medicamento de referência da classe antiasmaticos, do fabricante ASTRAZENECA DO BRASIL LTDA, registro ANVISA 116180076. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 35,64.
💊 Informações da bula
PULMICORT Suspensão para Nebulização é indicado para o tratamento de pacientes com: - Asma brônquica que precisam de tratamento de manutenção com glicocorticosteroides para controle da inflamação das vias aéreas; e, 2 - Crupe (infecção viral aguda do trato respiratório superior também conhecida como laringotraqueobronquite viral ou laringite subglótica) em bebês e crianças.
Cada mL da suspensão de PULMICORT 0,25 mg/mL contém 0,25 mg de budesonida. Cada mL da suspensão de PULMICORT 0,50 mg/mL contém 0,50 mg de budesonida. Excipientes: edetato dissódico, cloreto de sódio, polissorbato 80, ácido cítrico, citrato de sódio e água para injetáveis. II)
ESTE MEDICAMENTO? POSOLOGIA ASMA BRÔNQUICA A dose de PULMICORT Suspensão para Nebulização deve ser individualizada e deve ser ajustada para a menor dose de manutenção eficaz, após o controle da asma ter sido obtido, a critério médico. A administração pode ser feita 1 ou 2 vezes ao dia. A administração 1 vez ao dia pode ser usada para doses diárias de 0,25 a 1 mg. Dose inicial Adultos e Idosos: dose diária total de 1 a 2 mg. Crianças a partir de 6 meses de idade: dose diária total de 0,25 a 0,50 mg. Em pacientes dependentes de glicocorticosteroides orais, uma dose inicial maior de 1 mg/dia, pode ser considerada. 6 Dose de manutenção A dose deve ser gradualmente reduzida para a menor dose de manutenção eficaz após o controle da asma ter sido obtido. Adultos e Idosos: dose diária total de 0,50 a 4 mg. Em casos muito graves, a dose pode ser aumentada posteriormente, a critério médico. Crianças a partir de 6 meses de idade: dose diária total de 0,25 a 2 mg. Dose única diária A dose única diária pode ser considerada tanto em adultos quanto em crianças que requerem uma dose de manutenção de 0,25 a 1 mg da budesonida por dia. A administração da dose única diária pode ser iniciada tanto em pacientes tratados com medicamentos não-glicocorticosteroides quanto em pacientes bem controlados por glicocorticosteroides inalatórios. A dose pode ser administrada pela manhã ou à noite. Se ocorrer agravamento da asma, a dose deve ser aumentada e dividida durante o dia, conforme a necessidade e a critério médico. Início do efeito A melhora do controle da asma após a administração por inalação de PULMICORT Suspensão para Nebulização pode ocorrer dentro de 3 dias após o início do tratamento, embora o efeito máximo possa não ser alcançado antes de 2 a 4 semanas. Pacientes mantidos com glicocorticosteroides orais PULMICORT Suspensão para Nebulização pode permitir a substituição ou a redução significativa da dose de glicocorticosteroides orais, mantendo ou melhorando o controle da asma. Inicialmente, PULMICORT Suspensão para Nebulização deve ser usado em conjunto com a dose de manutenção usual de glicocorticosteroide oral do paciente. Após aproximadamente uma semana, a dose oral é gradualmente reduzida para a menor possível. Recomenda-se uma taxa lenta de retirada do medicamento. Em muitos casos, é possível substituir completamente o glicocorticosteroide oral por PULMICORT Suspensão para Nebulização. 7 Durante a retirada do medicamento, apesar da manutenção ou até mesmo da melhora d…
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Informe seu médico caso você tenha sido transferido de tratamento com esteroides orais, se necessita de terapia de alta dose de corticosteroides emergenciais ou tratamento prolongado com altas doses recomendadas de corticosteroides inalatórios. Pacientes que se enquadram nos casos acima podem estar sob o risco de insuficiência adrenal por um tempo considerável. 3 Se o seu medicamento está sendo trocado de comprimidos de “cortisona” (como por exemplo, beclometasona) para PULMICORT Suspensão para Nebulização, podem aparecer temporariamente sintomas inespecíficos (dores nos músculos e nas juntas, por exemplo) ou que foram sentidos anteriormente (rinite, coriza e vermelhidão, por exemplo). Se você sentir qualquer um desses sintomas ou outros, como dor de cabeça, cansaço, enjoo e vômito, deve entrar em contato com seu médico. PULMICORT Suspensão para Nebulização não é destinado para o alívio rápido dos episódios agudos de asma, casos em que um broncodilatador inalatório de curta duração é necessário. Se você verificar que o tratamento com broncodilatador de curta duração é ineficaz, ou se precisar de mais inalações do que o usual, deve procurar cuidados médicos. Informe seu médico se você estiver utilizando um medicamento para infecções causadas por fungos (como por exemplo, cetoconazol e itraconazol), principalmente durante um tratamento de longo prazo (vide item interações medicamentosas a seguir). Informe seu médico se você tem ou teve tuberculose pulmonar ou qualquer outra infecção recentemente ou doença do fígado. Função hepática reduzida pode afetar a eliminação dos glicocorticosteroides. Isso pode ser clinicamente relevante em pacientes com função hepática gravemente comprometida. O uso de PULMICORT Suspensão para Nebulização deve ser feito com cuidado especial em pacientes com infecções causadas por vírus ou fungos e em pacientes sob tratamento com medicamentos imunossupressores (como, por exemplo, azatioprina), pois são mais suscetíveis às infecções que pacientes sadios. Os estudos clínicos mostram que as infecções causadas por vírus causam problemas menos significantes quando o paciente está sob tratamento regular com glicocorticosteroides tópicos. Deve-se monitorar cuidadosamente o crescimento de crianças que estão tomando corticosteroides, independentemente da via de administração. O médico deve pesar o benefício do tratamento com corticosteroide para o controle da asma contra a possibilidade de problemas de crescimento da …
ESTE MEDICAMENTO? PULMICORT Suspensão para Nebulização não deve ser utilizado por pacientes alérgicos à budesonida ou a qualquer um dos componentes da fórmula.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Estudos clínicos, relatos de literatura e experiências pós-comercialização sugerem que as seguintes reações adversas podem ocorrer: Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): irritação leve na garganta, candidíase (sapinho) na orofaringe, rouquidão, tosse. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nervosismo, agitação, depressão, alterações de comportamento, reações de hipersensibilidade imediata ou tardia incluindo exantema (lesões na pele com vermelhidão), dermatite de contato (inflamação de pele causada por alguma substância que entrou em contato), urticária (coceira na pele com vermelhidão), angioedema (inchaço da pele, mucosas, vísceras e cérebro), broncoespasmo (contração do músculo liso nas paredes de brônquios e bronquíolos, causando o estreitamento dos mesmos) e reação anafilática (reação alérgica intensa), equimose na pele (hematomas). Em raros casos, através de mecanismos desconhecidos, medicamentos por inalação podem causar broncoespasmo. Em casos raros, sinais ou sintomas de efeitos glicocorticosteroides sistêmicos, incluindo hipofunção (diminuição do funcionamento) da glândula adrenal e redução da velocidade de crescimento, podem ocorrer com 11 glicocorticosteroides inalatórios, dependendo provavelmente da dose, da duração do tratamento, da exposição prévia e em conjunto a esteroides e da sensibilidade individual. Pode ocorrer ainda osteoporose (doença que reduz a densidade e a massa dos ossos), glaucoma (aumento da pressão dos olhos) e catarata (embaçamento da visão, que pode levar a perda completa ou parcial da visão). Irritação da pele do rosto ocorreu em alguns casos quando o nebulizador foi usado com máscara facial. Para prevenir a irritação, deve-se lavar o rosto após seu uso. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.