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PYLORIPAC

Referência

Atualizado em 06 de julho de 2026

Preço máximo
R$ 165,67
PF CMED

PYLORIPAC é um medicamento de referência da classe antiacidos e antiulcerosos associados, do fabricante ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A, registro ANVISA 105730125. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 165,67.

Registro ANVISA
105730125
Vencimento registro
2029-03
Classe terapêutica
ANTIACIDOS E ANTIULCEROSOS ASSOCIADOS
Princípio ativo
LANSOPRAZOL, CLARITROMICINA, AMOXICILINA TRI-hIDRATADA
Fabricante
ache laboratorios farmaceuticos s a

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

Os componentes de Pyloripac (lansoprazol, claritromicina e amoxicilina) estão indicados para o tratamento dos pacientes com infecção por Helicobacter pylori (bactéria encontrada no estômago) e úlcera péptica (ferida no estômago ativa ou com história de úlcera péptica há um ano). Está demonstrado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica está infectada por esse patógeno (bactéria) e que sua eliminação reduz o índice de recorrência destas úlceras, diminuindo assim a necessidade de terapêutica antisecretora de manutenção.

🧪Composição

Cada cápsula dura de liberação retardada de lansoprazol contém: lansoprazol............................................................................................................................................30 mg Excipientes: amido, carbonato de magnésio, copolímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, dióxido de silício, hidróxido de sódio, hiprolose, hipromelose, polissorbato 80, macrogol, povidona, sacarose, talco, amarelo de quinolina, dióxido de titânio, vermelho allura 129 e gelatina. Cada comprimido revestido de claritromicina contém: claritromicina.......................................................................................................................................500 mg Excipientes: amido, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, aroma de baunilha, hipromelose e macrogol. Cada cápsula dura de amoxicilina contém: amoxicilina tri-hidratada.......................................................................................................................574 mg (equivalente a 500 mg de amoxicilina) Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, amarelo crepúsculo, amarelo de quinolina, azul brilhante, vermelho 33, dióxido de titânio e gelatina. II)

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Modo de Usar Pyloripac deve ser administrado por via oral. As cápsulas de lansoprazol devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar, para preservar a cobertura entérica dos grânulos, ou seja, a cápsula só será dissolvida no intestino. Posologia O esquema terapêutico recomendado para a indicação a que o produto se propõe, é de 1 cápsula de lansoprazol 30 mg, 1 comprimido revestido de claritromicina 500 mg e 2 cápsulas de amoxicilina 500 mg, ingeridos à cada 12 horas, ou seja, pela manhã e à noite, em jejum, durante 7, 10 ou 14 dias, conforme orientação médica. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? lansoprazol Terapia com inibidores da bomba de próton (medicamentos que diminuem a acidez no estômago) pode estar associada a um risco aumentado de fraturas relacionadas à osteoporose do quadril, punho ou espinha. O risco de fratura é aumentado nos pacientes que receberam alta dose, definida como múltiplas doses diárias, e terapia a longo prazo (um ano ou mais). Terapia com inibidores da bomba de próton pode estar associada com um risco aumentado de infecção por Clostridium difficile (bactéria causadora da diarreia). Hipomagnesemia (diminuição na concentração de magnésio no sangue) tem sido raramente relatada em pacientes tratados com inibidores da bomba de próton por pelo menos três meses (na maioria dos casos, após um ano de tratamento). Os eventos adversos graves incluem tetania (contrações musculares), arritmias e convulsões. Este medicamento deve ser administrado com precaução em pacientes com doença hepática grave (doença no fígado). A resposta sintomática ao lansoprazol não exclui a presença de malignidade gástrica. Reações adversas cutâneas graves Reações adversas cutâneas graves, incluindo síndrome de Stevens-Jonhson (SSJ), Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), Síndrome da Farmacodermia com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (DRESS – reação adversa a medicamentos com características sistêmicas, que inclui, principalmente, erupção cutânea grave, febre, linfadenopatia, hepatite e anormalidades nas células do sangue), Pustulose Exantemática Generalizada Aguda (PEGA – instalação aguda de múltiplas pústulas estéreis não foliculares com edema e eritema subjacentes, mais comum na face e em regiões intertriginosas, acompanhados por febre alta e P yloripac_BU01b_VP leucocitose) e eritema multiforme (presença de placas avermelhadas e salientes na pele que muitas vezes têm aspecto de alvos e, geralmente, se encontram distribuídas simetricamente por todo o corpo) foram relatados em associação com o uso de inibidores da bomba de próton (vide “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Descontinue o uso de Pyloripac ao primeiro sinal ou sintoma de reações adversas cutâneas ou outros sinais de hipersensibilidade e considere uma avaliação adicional. claritromicina O uso prolongado de claritromicina, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada deve ser estabelecida pelo médico. A claritromicina deve ser …

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? Pyloripac é contraindicado em pacientes com: - hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol, claritromicina, amoxicilina ou aos outros componentes da fórmula, assim como à eritromicina e a outros antibióticos macrolídeos; - histórico de reações alérgicas às penicilinas; às cefalosporinas ou a outros alérgenos. Se você já teve uma reação alérgica (com erupções da pele) ao tomar um antibiótico, deve conversar com seu médico antes de usar este medicamento; - com distúrbios da concentração de sódio e potássio no sangue, problemas cardíacos e que estão em tratamento com terfenadina. Especialmente com relação à claritromicina, ela não deve ser utilizada se você estiver fazendo uso dos seguintes medicamentos: astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina e se você estiver com hipocalemia (diminuição dos níveis de potássio no sangue), pois pode causar um prolongamento do intervalo QT (alteração no eletrocardiograma) e arritmias cardíacas, incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e torsades de pointes (distúrbio do ritmo cardíaco). A administração concomitante de claritromicina e colchicina é contraindicada, principalmente para pacientes com insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado). A administração concomitante de claritromicina com ticagrelor, ivabradina ou ranolazina é contraindicada. A claritromicina também não deve ser utilizada com alcaloides do ergot (por exemplo: ergotamina ou di- hidroergotamina), pois pode resultar em toxicidade ao ergot. A coadministração de claritromicina com midazolam oral é contraindicada. Pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT ou arritmia ventricular do coração, incluindo torsades de pointes não devem utilizar claritromicina. Pacientes que sofrem de insuficiência hepática grave em combinação com insuficiência renal não devem utilizar a claritromicina. Não use claritromicina se você estiver tomando medicamentos contendo lomitapida, devido ao risco de aumento acentuado das transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado). Não use claritromicina se você estiver tomando medicamento para doenças psiquiátricas, como a lurasidona. A claritromicina não deve ser utilizada em combinação com uma estatina (exemplo: lovastatina ou sinvastatina), pois aumenta o risco do paciente ter miopatia (doença muscular), incluindo rabdomiólise (destruição do músculo esquelético). A claritromicina é contraindicada para o uso por pacientes com alteração importante …

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Este medicamento pode causar algumas reações indesejáveis. Caso o paciente tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento e informar o médico o aparecimento de reações indesejáveis. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): lansoprazol: em curto prazo (até 8 semanas de duração) os eventos adversos foram diarreia, prisão de ventre, constipação, tontura, náusea, dor de cabeça, dores no estômago, flatulência (gases), dispepsia (queimação no estômago), fadiga (cansaço) e vômito. Com exceção dos pacientes sendo tratados para erradicação de infecção de Helicobacter pylori, se a diarreia persistir, a administração de lansoprazol deve ser descontinuada, devido a possibilidade de colite microscópica com engrossamento do feixe de colágeno ou infiltração de células inflamatórias observadas na submucosa do intestino grosso. Na maioria dos casos, os sintomas de colite microscópica se resolvem após a descontinuação do tratamento com lansoprazol. claritromicina: insônia, disgeusia (alteração do paladar), dor de cabeça, diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), náusea, dor abdominal, teste de função hepática anormal, rash (erupção cutânea) e hiperidrose (suor excessivo). amoxicilina: diarreia (várias evacuações amolecidas por dia) e enjoo; quando isso acontece, os sintomas normalmente são leves, se continuarem ou se tornarem graves, consulte o médico; erupções de pele. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): lansoprazol: rash (erupção cutânea), prurido (coceira), síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica tóxica (erupção cutânea generalizada com bolhas e descamação da pele na maior parte da superfície corporal), reação anafilática (reação alérgica aguda), hiponatremia (diminuição dos níveis de sódio no sangue), hipomagnesemia (diminuição dos níveis de magnésio no sangue), hipocalcemia (diminuição dos níveis de cálcio no sangue), hipocalemia (diminuição dos níveis de potássio no sangue), valores anormais nos testes da função hepática (do fígado), elevação nos valores de AST, ALT, fosfatase alcalina, LDH e γ-GTP, flatulência, vômito, nefrite tubulointersticial (inflamação e inchaço local do tecido intersticial dos rins) com possível progressão para insuficiência dos rins, pancitopenia (diminuição dos elementos do sangue), agranulocitose (diminuição de granulócitos), leucopenia (diminuição de leucócitos), …

💰 Preços regulados (CMED)

📊 Tabela CMED — Abril/2026
RegimePFPMVG
0%R$ 165,67R$ 130,00
12%R$ 188,26R$ 147,73
17%R$ 199,60R$ 156,63
17,5%R$ 200,81R$ 157,58
18%R$ 202,04R$ 158,54
19%R$ 204,53R$ 160,49
20%R$ 207,09R$ 162,50
PF = Preço de FábricaPMVG = Preço Máximo de Venda ao Governo

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Aviso legal

As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.