RIFALDIN
ReferênciaAtualizado em 06 de julho de 2026
RIFALDIN é um medicamento de referência da classe rifampicinas, do fabricante SANOFI MEDLEY FARMACÊUTICA LTDA., registro ANVISA 183260374. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 15,90.
💊 Informações da bula
Este medicamento é destinado ao tratamento das infecções causadas por microrganismos sensíveis à rifampicina.
Cada cápsula contém 300 mg de rifampicina. Excipientes: amido de milho, estearato de magnésio, gelatina1, vermelho de eritrosina dissódica1, dióxido de titânio1 e azul de indigotina1. 1Composição da cápsula.
ESTE MEDICAMENTO? A administração de RIFALDIN deve ser feita preferencialmente em jejum, pelo menos 30 minutos antes ou 2 horas após as refeições. Para assegurar rápida e completa absorção, aconselha-se a administração de RIFALDIN com estômago vazio, longe das refeições. Você deve tomar as cápsulas com líquido, por via oral. Na tuberculose A dosagem diária é de 600 mg para pacientes com 50 kg ou mais e de 450 mg para pacientes com menos de 50 kg, geralmente em uma única administração. Para crianças até 12 anos é de 10 – 15 mg/kg de peso corpóreo (recomenda-se não superar a dose diária de 600 mg). RIFALDIN deve, em geral, ser associado a outros tuberculostáticos. Nas infecções inespecíficas Uso adulto: a dosagem diária sugerida é de 600 mg; nas formas graves esta dosagem pode ser aumentada para 900 a 1200 mg. Nas infecções das vias urinárias, a dosagem diária sugerida é de 900 a 1200 mg. Dosagens maiores devem ser fracionadas em duas administrações. Na blenorragia (doença sexualmente transmissível) é indicada uma única administração diária de 900 mg, que poderá ser repetida, eventualmente, também no 2º e 3º dia. Uso em crianças: a dosagem diária aconselhada é de 20 mg/kg em uma ou duas administrações. Em todos os casos (exceto na blenorragia), continuar o tratamento por mais alguns dias, mesmo após o desaparecimento dos sintomas. Não há estudos dos efeitos de RIFALDIN administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de saúde habilitado, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa a cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento de infecções mais graves. Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle. ADVERTÊNCIAS Em alguns casos, pode ocorrer hiperbilirrubinemia (aumento anormal de bilirrubina no sangue), resultante da competição entre RIFALDIN e bilirrubina pelas vias de excreção hepática (eliminação pelo fígado) em nível celular nos primeiros dias ao tratamento. Não tome RIFALDIN se você já tomou algum medicamento que contenha rifampicina e teve problemas hepáticos (no fígado). Em caso de dúvidas, consulte seu médico. Casos de inflamação no fígado têm sido relatados em pacientes que tomam RIFALDIN com sintomas que se desenvolvem dentro de alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. Pare de usar esse medicamento e contate seu médico se tiver sintomas de problemas hepáticos (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Reações imunológicas/anafiláticas - 1 de 9 - Devido à possibilidade de reações imunológicas incluindo anafilaxia (reação alérgica) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”) ocorrerem com terapias intermitentes (menos do que 2 a 3 vezes por semana), você deve ser rigorosamente monitorizado pelo médico. Você deve ainda ser avisado pelo médico sobre a interrupção do tratamento devido à possibilidade destas reações ocorrerem. Síndrome de Hipersensibilidade Sistêmica a Droga (SHSD - Síndrome DRESS) Durante o tratamento da tuberculose (TB), foram observadas reações severas de hipersensibilidade sistêmica, incluindo casos fatais, tais como Síndrome de Hipersensibilidade Sistêmica a Droga (SHSD - Síndrome de DRESS [reação adversa a medicamentos com características sistêmicas, que inclui, principalmente, lesões graves na pele, febre, aumento dos linfonodos, inflamação do fígado e anormalidades no sangue]) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). É importante observar que as manifestações precoces de hipersensibilidade, tais como febre, linfadenopatia (aumento dos linfonodos) ou anormalidades biológicas (incluindo eosinofilia [aumento de um tipo de leucócito no sangue chamado eosinófilo] e anormalidades no fígado) pode…
ESTE MEDICAMENTO? RIFALDIN é contraindicado para pacientes que apresentam alergia a qualquer componente da fórmula e a qualquer rifampicina. É contraindicado quando administrado simultaneamente com o uso de cabotegravir, fostemsavir e lenacapavir e com a combinação de saquinavir/ritonavir (medicamentos usados para inibir o vírus do HIV) (vide “Interações Medicamentosas”). Se você estiver tomando um medicamento chamado lurasidona (medicamento para esquizofrenia e transtorno bipolar), pois a rifampicina pode reduzir os níveis sanguíneos de lurasidona. Se você estiver tomando cabotegravir, fostemsavir e lenacapavir para infecções virais, como HIV, pois a rifampicina pode reduzir os níveis sanguíneos desses medicamentos. Se você estiver tomando daclatasvir, sofosbuvir, e telaprevir para infecções virais como Hepatite C, pois a rifampicina pode reduzir os níveis sanguíneos desses medicamentos.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). Desconhecido: não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis. Infecções e infestações Desconhecido: colite pseudomembranosa (infecção do intestino por bactéria da espécie C. Dificille), gripe. Distúrbios sanguíneos e linfáticos Comum: trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas) com ou sem púrpura (extravasamento de sangue para fora dos capilares da pele ou mucosa formando manchas), geralmente associada ao tratamento intermitente, porém é reversível com a descontinuação do fármaco assim que ocorrer púrpura. Incomum: leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue). Desconhecido: Microangiopatia trombótica (coágulos sanguíneos em pequenos vasos sanguíneos) que está associada ao aumento de hematomas, hemorragias, febre, fraqueza extrema, dor de cabeça, tonturas ou vertigens; coagulação intravascular disseminada, eosinofilia (aumento de um tipo de leucócito no sangue chamado eosinófilo), agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos), distúrbios de coagulação dependentes da vitamina K (deficiência de vitamina K que diminui os níveis de protrombina e dos fatores de coagulação VII, IX e X). Distúrbios do sistema imunológico Desconhecido: reação anafilática (reação alérgica grave e imediata). Distúrbios endócrino Desconhecido: foi observada insuficiência adrenal (produção baixa de corticosteroides) em pacientes com comprometimento da função adrenal. Distúrbios metabólicos e nutricionais Desconhecido: redução do apetite e elevação de níveis de ácido úrico no sangue. Distúrbios psiquiátricos Desconhecido: distúrbios psicóticos. Distúrbios do sistema nervoso Comum: dor de cabeça, tontura. Desconhecido: foram relatados casos de hemorragia cerebral e morte quando a administração de RIFALDIN foi mantida ou recomeçada após o aparecimento de púrpura. Distúrbios oculares Desconhecido: coloração da lágrima. Distúrbios vasculares Desco…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.