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SOLUÇÃO DE GLICOSE

Específico

Atualizado em 06 de julho de 2026

Preço máximo
R$ 190,23
PF CMED

SOLUÇÃO DE GLICOSE é um medicamento específico da classe reidratantes parenterais, do fabricante CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA., registro ANVISA 102980538. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 190,23.

Registro ANVISA
102980538
Vencimento registro
2027-10
Classe terapêutica
REIDRATANTES PARENTERAIS
Princípio ativo
GLICOSE
Fabricante
cristalia produtos quimicos farmaceuticos ltda

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

As soluções injetáveis de glicose nas concentrações de 5% e 10% são indicadas como fonte de água,calorias e diurese osmótica, em casos de desidratação, reposição calórica, nas hipoglicemias e comoveículo para diluição de medicamentoscompatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada quando ocorre perda de líquido. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10% são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos.

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Posologia O preparo e administração da Solução Parenteral devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico-química e da interação medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes. A dose de glicose é variável e dependente das necessidades do paciente. As concentrações de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa máxima que pode ser infundida sem causar glicosúria (perda de glicose na urina) é 0,5g/kg de peso corporal/hora. No entanto, o ideal é que a solução de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente 6 a 7mg/kg/minuto. O uso da solução de glicose é indicado para correção de hipoglicemia infantil, podendo ser utilizada em nutrição parenteral de crianças. A dose e a taxa de infusão intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pediátricos, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia. A solução de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diabéticos, mesmo em coma, porém, é fundamental o controle adequado da cetose e, se necessário, deve-se recorrer à administração de insulina. A avaliação clínica e as determinações laboratoriais periódicas são necessárias para monitorar mudanças em concentrações da glicose e do eletrólito do sangue, e o balanço do líquido e de eletrólitos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condição do paciente permitir tal avaliação. Modo de usar INSTRUÇÕES IMPORTANTES PARA A MANIPULAÇÃO DAS EMBALAGENS EM SISTEMA FECHADO DE INFUSÃO A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. A solução é acondicionada em bolsas em SISTEMA FECHADO para administração intravenosa usando equipo estéril. Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagem seja completada. NÃO PERFURAR A EMBALAGEM, POIS HÁ COMPROMETIMENTO DA ESTERILIDADE DO PRODUTO E RISCO DE CONTAMINAÇÃO. Para abrir: Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for observado vazamento de solução, descartar a embalagem, pois…

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis glicêmicos(quantidade de glicose no sangue) e glicosúria (perda de glicose na urina). Outro aspecto refere-se àsuspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulinacirculante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição dos níveis de glicose) momentâneapós-suspensão. Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes desoluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de edema pulmonar, hipopotassemia (diminuição dosníveis de potássio), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume dolíquido extracelular. A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmentede potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose. A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação doseritrócitos (glóbulos vermelhos) e, provavelmente, hemólise (rompimento de glóbulos vermelhos). Damesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas no mesmo momentoem que se administra sangue devido da possibilidade de coagulação. A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixopeso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia. A administração excessiva ourápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e uma possível hemorragia intracerebral. Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nospacientes com hipervolemia, insuficiência renal, obstrução do intervalo urinário ou descompensaçãocardíaca eminente. As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitussubclínica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas. A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois umainfusão rápida pode causar hiperglicemia, assim como em pacientes mal nutridos com deficiência detiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de bactérias no sangue). A administraçãointravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outra…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? As soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas no mesmo momento em que seadministra sangue devido à possibilidade de coagulação. O uso da solução de glicose é contraindicado nas seguintes situações: hiper-hidratação, hiperglicemia(elevação nos níveis de glicose), diabetes, acidose, desidratação hipotônica e hipocalemia (redução decálcio no organismo). O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contraindicado empacientes com hemorragia intracraniana ou intraespinhal, delirium tremens em pacientes desidratados,síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade aos produtos domilho.

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou à técnica de administração e incluem febre,infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (inflamação) irradiando-se a partir do ponto deinjeção, extravasamento e hipervolemia (redução do volume de sangue). Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário. Algumas destasreações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia(redução de potássio no sangue), a hipomagnesemia (redução de magnésio no sangue), e ahipofosfatemia (redução de fósforo no sangue). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do Sistema de Atendimento ao Cliente (SAC).

💰 Preços regulados (CMED)

📊 Tabela CMED — Abril/2026
RegimePFPMVG
0%R$ 190,23R$ 149,27
12%R$ 216,17R$ 169,63
17%R$ 229,19R$ 179,85
17,5%R$ 230,58R$ 180,94
18%R$ 231,99R$ 182,04
19%R$ 234,85R$ 184,29
20%R$ 237,79R$ 186,59
PF = Preço de FábricaPMVG = Preço Máximo de Venda ao Governo

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Aviso legal

As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.