SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA BEKER
EspecíficoAtualizado em 06 de julho de 2026
SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA BEKER é um medicamento específico da classe reposicao hidroeletrolitica e alimentacao parenteral, do fabricante BEKER PRODUTOS FARMACO HOSPITALARES LTDA, registro ANVISA 103460013. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 281,33.
💊 Informações da bula
A solução glicofisiológica é indicada na hidratação, como fonte de energia e como veículo para preparo de outros medicamentos injetáveis compatíveis.
Cada 100 mL da solução contêm: glicose.................................................................................................................................. 5,0 g cloreto de sódio.................................................................................................................... 0,9 g água para injetáveis q.s.p .................................................................................................100 mL Conteúdo eletrolítico: sódio (Na+) .................................................................................................................154 mEq/L cloreto (Cl-).................................................................................................................154 mEq/L OSMOLARIDADE: ...............................................................................................586 mOsm/L pH: 3,2 - 6,5
ESTE MEDICAMENTO? A solução glicofisiológica deve ser administrada exclusivamente pela via intravenosa e individualizada, sob o risco de danos de eficácia terapêutica. A dosagem deve ser determinada por um médico e é dependente da idade, do peso das condições clínicas do paciente e das determinações em laboratório. Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. A solução é acondicionada em bolsas, em SISTEMA FECHADO para administração intravenosa usando equipo estéril. Bolsas de PVC: Produto isento de látex. Bolsas de PP: Produto isento de látex e de PVC. Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagem seja completada. NÃO PERFURAR A EMBALAGEM, POIS HÁ COMPROMETIMENTO DA ESTERILIDADE DO PRODUTO E RISCO DE CONTAMINAÇÃO. Para abrir: Bolsas de PVC: Solução Parenteral de Grande Volume em SISTEMA FECHADO: Segurar a sobre bolsa com ambas as mãos, rasgando-a no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo a solução. Pode ser verificada alguma opacidade do plástico devido à absorção de umidade durante o processo de esterilização, isso é normal e não afeta a qualidade e segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente. Verificar se existem vazamentos mínimos, comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for observado vazamento de solução, descartar a embalagem, pois a sua esterilidade pode estar comprometida. Bolsas de PP: Solução Parenteral de Grande Volume em SISTEMA FECHADO: Não há sobre bolsa. Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir, antes de preparar a solução glicofisiológica para administração. 1- Fazer a assepsia da embalagem primária utilizando álcool 70%; 2- Suspender a embalagem pela alça de sustentação; 3- Conectar o equipo de infusão da solução. Consultar as instruções de uso do equipo; 4- Administrar a solução, por gotejamento contínuo, conforme prescrição médica. Para adição de medicamentos Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos…
DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO? A solução glicofisiológica deve ser usada com grande precaução em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal grave, e em estados clínicos nos quais exista edema com retenção de sódio. A solução injetável de glicose com baixa concentração de eletrólitos não dever ser administrada simultaneamente com sangue através do mesmo equipo de administração devido à possibilidade de pseudoaglutinação ou hemólise. A administração intravenosa de solução glicofisiológica pode causar sobrecarga de fluidos e/ou solutos, resultando em diluição das concentrações séricas, super-hidratação, estados congestivos ou edema pulmonar. O risco de ocorrência de diluição é inversamente proporcional ao risco de concentração eletrolítica. O risco de a sobrecarga de soluto causar estados congestivos com edema pulmonar e periférico é diretamente proporcional à concentração de eletrólitos das injeções. A administração excessiva da solução glicofisiológica injetável pode resultar em significante hipopotassemia. Em pacientes com função renal diminuída, a administração da solução glicofisiológica pode causar retenção de sódio. A solução glicofisiológica deve ser usada com cuidados em pacientes com diabetes mellitus subclínica ou evidente. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Devem ser tomados cuidados na administração em pacientes recebendo corticosteróides, corticotropina ou medicamentos que possam causar retenção de sódio. A solução glicofisiológica, especialmente em crianças e idosos, não deve ser infundida rapidamente, nem por períodos prolongados. Em pacientes com deficiência de potássio, a infusão da solução glicofisiológica aumentará a perda de tal íon, desta forma, suplementos de potássio também devem ser administrados a estes pacientes. A infusão da solução glicofisiológica deve ser restrita em alguns grupos de risco como pacientes com função renal comprometida, insuficiência cardíaca, hipertensão, edema periférico e pulmonar, toxemia (intoxicação sanguínea) da gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Uso pediátricos, geriátrico e em outros grupos de risco Adultos e crianças: O volume e a velocidade de infusão dependerão da necessidade individual de cada paciente e do parecer médico, considerando-se idade, peso, condições clínicas e parâmetros laboratoriais. O uso excessivo ou a admini…
ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para pacientes com a função renal, cardíaca ou hepática comprometidas.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR? A infusão intravenosa da solução glicofisiológica pode ocasionar trombose. Caso a infusão ultrapasse um período de 12 – 24 horas, outra veia deverá ser escolhida para infusão. As reações adversas gerais incluem náuseas, vômito, diarreia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Em pacientes com ingestão inadequada de água, a hipernatremia pode causar sintomas respiratórios como edema pulmonar, embolia ou pneumonia. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrolíticos incluindo a hipocalemia (baixa concentração de potássio no sangue), hipomagnesemia (baixa concentração de magnésio no sangue) e a hipofosfatemia (baixa concentração de fosfato no sangue). As reações adversas que podem ocorrer devido à solução ou à técnica incluem resposta febril, infecção no ponto de injeção extravasamento e hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo). Caso ocorra uma reação adversa, interrompa a infusão, avalie o paciente e institua medidas terapêuticas apropriadas. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
💰 Preços regulados (CMED)
Outras versões de GLICOSE, CLORETO DE SÓDIO
Outros REPOSICAO HIDROELETROLITICA E ALIMENTACAO PARENTERAL
As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.