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SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA SNB

Específico

Atualizado em 06 de julho de 2026

SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA SNB é um medicamento específico da classe reidratantes parenterais, do fabricante CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA., registro ANVISA 102980532.

Registro ANVISA
102980532
Vencimento registro
2028-09
Classe terapêutica
REIDRATANTES PARENTERAIS
Princípio ativo
CLORETO DE SÓDIO, GLICOSE
Fabricante
cristalia produtos quimicos farmaceuticos ltda

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

É indicada nos casos de desidratação, pós-operatório, intoxicação, queimaduras, vômitos, diarréias, medicação antitóxica e diuréticas, fonte calórica e veículo de medicamentos injetáveis.

🧪Composição

Cada mL da solução injetável contém: cloreto de sódio................................................................................ 9 mg glicose anidra ............................................................................... 50 mg Excipientes: água para injetáveis q.s.p. .......................................... 1 mL Conteúdo Eletrolítico Na+..........................................................................................154 mEq/L Cl-............................................................................................154 mEq/L OSMOLARIDADE ...............................................................585,54 mOsm/L pH............................................................................................3,2 – 6,5 Conteúdo calórico...................................................................200 kcal/L II -

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Posologia O preparo e administração da solução parenteral deve obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico-química e de interações medicamentosas que possam ocorrer entre os seus componentes. A dose de glicose é variável e dependente das necessidades do paciente. As concentrações de glicose no plasma devem ser monitoradas. A taxa máxima que pode ser infundida sem causar glicosúria é 0,5g/kg de peso corporal/hora. No entanto, o ideal é que a solução de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente 6 a 7mg/kg/minuto. A dose e a taxa de infusão intravenosa de solução glicofisiológica devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pediátricos, particularmente os neonatos e nas crianças com baixo peso ao nascer, porque aumenta o risco de hiperglicemia/ hipoglicemia. A solução glicofisiológica pode ser administrada em pacientes diabéticos, mesmo em coma, porém, é fundamental o controle adequado da Cetose e, se necessário, deve-se recorrer à administração de insulina. A avaliação clínica e as determinações laboratoriais periódicas são necessárias para monitorar mudanças em concentrações da glicose e do eletrólito do sangue, e o balanço do líquido e de eletrólitos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condição do paciente permitir tal avaliação. Modo de usar INSTRUÇÕES IMPORTANTES PARA A MANIPULAÇÃO DAS EMBALAGENS EM SISTEMA FECHADO DE INFUSÃO A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. A solução é acondicionada em bolsas em SISTEMA FECHADO para administração intravenosa usando equipo estéril. Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagem seja completada. NÃO PERFURAR A EMBALAGEM, POIS HÁ COMPROMETIMENTO DA ESTERILIDADE DO PRODUTO E RISCO DE CONTAMINAÇÃO. Para abrir: Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for observado vazamento de solução, descartar a embalagem, pois a sua esterilidade pode estar comprometida. Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a sol…

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Advetências e Precauções Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis glicêmicos e glicosúria. Outro aspecto refere-se à suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia momentânea pós-suspensão. Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido à possível ocorrência de edema pulmonar, hipopotassemia, hiperhidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do líquido extracelular. O acompanhamento frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos (particularmente de potássio) no plasma se faz necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose. A solução glicofisiológica não deve ser usada como diluente para o sangue, porque causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise. As soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas de forma simultânea a transfusões de sangue, devido a possibilidade de coagulação. O acompanhamento freqüente de concentrações de glicose no plasma é necessário quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes pediátricos, particularmente nos neonatos e nas crianças com baixo peso ao nascer, devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia. A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e uma possível hemorragia intracerebral. Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia, insuficiência renal, obstrução do intervalo urinário ou descompensação cardíaca eminente. As soluções injetáveis com glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com diabetes mellitus subclínica ou evidente, ou com intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas. O uso de soluções com glicose deve ser administrado com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia, assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia. A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode levar ao desenvolvimento de encefalopatia de Wernicke. Categoria de risco na gravidez: categoria C ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MU…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? Contra-indicações Acidose, Diabetes mellitus, hipernatremia e hipercloremia, distúrbios pósoperatórios do metabolismo da glicose, desidratação hipertônica, hipocalemia, hiperhidratação e anemia. Soluções contendo glicose são contraindicadas para pacientes com Diabetes mellitus ou intolerância à glicose. Categoria de risco na gravidez: categoria C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Reações adversas a medicamentos As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou à técnica de administração e incluem resposta febril, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrolíticos incluindo a hipocalemia, o hipomagnesemia e a hipofosfatemia. Interações medicamentosas Esta solução possui incompatibilidade quando administrada com os seguintes medicamentos: anfotericina B, glucagon, insulina e tiobarbiturato. Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.