SULFATO DE MORFINA
GenéricoAtualizado em 06 de julho de 2026
SULFATO DE MORFINA é um medicamento genérico da classe analgesicos narcoticos, do fabricante UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A, registro ANVISA 104971397. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 419,43.
💊 Informações da bula
O sulfato de morfina pentaidratado é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.
Cada comprimido de 10 mg contém: sulfato de morfina pentaidratado .........................................................................................................10 mg* *equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina Excipientes: celulose microcristalina, povidona, metabissulfito de sódio, estearato de magnésio, dióxido de silício e croscarmelose sódica. Cada comprimido de 30 mg contém: sulfato de morfina pentaidratado .........................................................................................................30 mg* *equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina Excipientes: celulose microcristalina, povidona, metabissulfito de sódio, estearato de magnésio, dióxido de silício, croscarmelose sódica, óxido de ferro amarelo e azul brilhante laca alumínio.
ESTE MEDICAMENTO? Como usar Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido. Dose Adultos Início do tratamento em pacientes que não fazem o uso de opioides 05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orientação de seu médico. A dose máxima diária recomendada depende do estado clínico do paciente e da sua tolerância ao fármaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avaliação médica criteriosa. Doses não recomendadas podem levar a ocorrência de eventos adversos. Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas até encontrar o nível desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros analgésicos narcóticos, equilibrar as dosagens de modo a alcançar a analgesia necessária. A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente até que seja obtido um nível aceitável de analgesia, levando em consideração a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorrência de efeitos adversos intoleráveis. Manutenção do tratamento É importante que haja uma contínua reavaliação do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial atenção para a manutenção do controle da dor e a incidência relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento. Redução da dose de morfina e descontinuação do tratamento Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstinência no paciente fisicamente dependente. Não descontinuar abruptamente o uso de sulfato de morfina pentaidratado em comprimidos. Abuso e dependência do fármaco Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver dependência física e psíquica em relação à morfina. O fármaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que faça o uso de doses excessivas por longos períodos. Não aumente a dose sem consultar seu médico. No tratamento de pacientes 5 com doenças terminais, o benefício do alívio da dor pode ter mais valor que a possibilidade de dependência do fármaco. Pacientes idosos Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intolerância, usualmente iniciando pela dose mínima. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepínicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage 1 normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos. Dependência A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória ou frequência cardíaca. Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina. Não descontinuar abruptamente o sulfato de morfina pentaidratado em comprimidos, reduzir a dose gradualmente. Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal. Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão). Preocupações sobre abuso, dependência e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco. O sulfato de morfina pentaidratado em comprimidos é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias. Interação com álcool, outros depressores do sistema nervoso central e drogas de abuso A morfina pode ter efeitos aditivos quando usada simultaneamente com outros analgésicos opioides, anestésicos gerais, fenotiazinas…
ESTE MEDICAMENTO? Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois o sulfato de morfina pentaidratado pode ser contraindicado em casos de: sensibilidade à morfina ou a algum componente da fórmula; insuficiência ou depressão respiratória; depressão do sistema nervoso central, insuficiência cardíaca secundária; crise de asma brônquica; arritmia cardíaca; doença pulmonar obstrutiva crônica; hipercabia, aumento da pressão intracraniana e do líquido cérebro espinhal; lesões cerebrais; tumor cerebral; alcoolismo crônico; tremores; doenças que causam convulsão; pós-cirúrgico de cirurgia de vesícula biliar ou de abdômen; anastomose cirúrgica; administração conjunta com inibidores da MAO ou após um período de 14 dias com este tratamento. O sulfato de morfina pentaidratado está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo paralítico. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleo paralítico. Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR? Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração. Sistema Nervoso Central: euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabeça, insônia, sonolência, agitação, desorientação e distúrbios visuais. Gastrintestinais: boca seca, diminuição do apetite, náusea, vômito, constipação e cólica no abdômen. Cardiovasculares: rubor na face, diminuição do batimento cardíaco, palpitação e desmaio. Geniturinárias: dificuldade para urinar e redução da libido e/ou impotência. Alérgicas: coceira, inchaço, placas vermelhas na pele ou outras alterações na pele. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de autoatendimento.
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.