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VALPI

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Atualizado em 06 de julho de 2026

Preço máximo
R$ 98,58
PF CMED

VALPI é um medicamento similar da classe antiepilépticos, do fabricante ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A, registro ANVISA 105730518. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 98,58.

Registro ANVISA
105730518
Vencimento registro
2028-07
Classe terapêutica
ANTIEPILÉPTICOS
Princípio ativo
DIVALPROATO DE SÓDIO
Fabricante
ache laboratorios farmaceuticos s a

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

Mania: Valpi é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos. Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade. Epilepsia: Valpi é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência. Prevenção da enxaqueca: Valpi é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

🧪Composição

Cada comprimido revestido de Valpi contém: divalproato de sódio..........................................................................................................................538,1 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico). Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, hipromelose, sorbato de potássio, dióxido de silício, macrogol, copovidona, polidextrose, triglicerídeos de cadeia média, dióxido de titânio e óxido de ferro preto. II-

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Os comprimidos revestidos de liberação prolongada de Valpi são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, triturados ou mastigados. Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item “3. Quando não devo usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais. Valpi_BU05_VP 8 Mania Dose inicial recomendada: 25 mg/kg/dia administrados uma única vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica mais baixa capaz de produzir o efeito clínico desejado. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de divalproato de sódio no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses). Epilepsia Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15 mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrada uma vez ao dia. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação ao aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento. Interrupção do t…

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia. Divalproato de sódio pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente. Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado)/disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com histórico de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”), com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado. Pancreatite (inflamação no pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes de que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio. Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiênci…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? Valpi é contraindicado para menores de 10 anos de idade. Valpi é contraindicado para uso por pacientes com: • Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula; • Doença ou disfunção no fígado significativas; • Conhecida síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a síndrome; • Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue; • Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue; • Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida. Valpi_BU05_VP 1 Valpi é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga. Categoria de risco: D Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Valpi.

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros: Frequência das Reações Adversas Parâmetros ≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum ≥1/100 e < 1/10 (≥ 1% e <10%) comum (frequente) ≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente) ≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara ≤ 1/10.000 (< 0,01%) muito rara Não pode ser estimada desconhecida Valpi_BU05_VP 9 Sistemas Frequência Reação adversa Alterações congênitas, Malformações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item “4. O que hereditárias e genéticas devo saber antes de usar este medicamento?”. Desconhecida Porfiria aguda. Comum Trombocitopenia. Alterações do sistema Incomum Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia e sanguíneo e linfático trombocitopenia púrpura. Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia Desconhecida macrocítica, anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia e inibição da agregação plaquetária. Comum Aumento de peso e perda de peso. Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina Incomum sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de Investigações lactato desidrogenase sanguíneo1, aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de droga, anormalidade de testes de função do fígado1, aumento de iodo ligado à proteína e diminuição da contagem de glóbulos brancos. Aumento de bilirrubina sérica1 e diminuição de carnitina Desconhecida e anormalidade do teste de função da tireoide. Muito comum Sonolência e tremor. Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo, Alteração do sistema Comum parestesia e alteração da fala. nervoso Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, Incomum encefalopatia2, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, convulsão3, estupor, discinesia tardia e alteração na visão. Asteríxis, atrofia cerebelar4, atrofia cerebral4, desordem Desconhecida cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, deficiência da memória, parkinsonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas e sedação5. Comum Zumbido no ouvido. Alteração do labirinto Incomum Surdez6, distúrbio auditivo, hiperacusia e vertigem. e ouvido Desconhecida Dor de ouvido. Alteração respiratória, Incomum Tosse, dispneia, disfonia e epistaxe. torácica e mediastino Desconhecido Efusão pleural. Muito comum Náusea7. Alteração Comu…

💰 Preços regulados (CMED)

📊 Tabela CMED — Abril/2026
RegimePFPMVG
0%R$ 98,58R$ 77,36
12%R$ 112,02R$ 87,90
17%R$ 118,77R$ 93,20
17,5%R$ 119,49R$ 93,76
18%R$ 120,22R$ 94,34
19%R$ 121,70R$ 95,50
20%R$ 123,23R$ 96,70
PF = Preço de FábricaPMVG = Preço Máximo de Venda ao Governo

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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.