VIMOVO
ReferênciaAtualizado em 05 de outubro de 2026
VIMOVO é um medicamento de referência da classe agentes antiinflamatórios/antireumáticos em associação, do fabricante GRÜNENTHAL DO BRASIL FARMACÊUTICA LTDA., registro ANVISA 186100014. Preço Máximo ao Consumidor (PMC, CMED, ref. 24/09/2026): de R$ 74,60 a R$ 193,75, conforme a alíquota de ICMS, em 2 apresentações.
💊 Informações da bula
VIMOVO é indicado para alívio dos sintomas no tratamento da artrite reumatoide (inflamação das articulações), osteoartrite (artrite degenerativa - erosão da cartilagem das articulações) e espondilite anquilosante (inflamação das articulações da coluna vertebral), em pacientes com risco de desenvolver úlceras gástricas (no estômago) ou duodenais (no duodeno) associadas ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).
Cada comprimido revestido de VIMOVO contém 500 mg de naproxeno de liberação retardada e 22,3 mg de esomeprazol magnésico tri-hidratado (equivale a esomeprazol 20 mg). Excipientes: croscarmelose sódica, povidona, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, citrato de trietila, polissorbato, monoestearato de glicerila, metilparabeno, propilparabeno, copolímero de ácido metacrílico – acrilato de etila (1:1), dióxido de titânio, polidextrose, óxido férrico amarelo, cera de carnaúba e tinta farmacêutica preta para impressão.
Os comprimidos revestidos de VIMOVO devem ser engolidos inteiros com água, por via oral, e não podem ser partidos, mastigados ou esmagados. Recomenda-se que os comprimidos revestidos de VIMOVO sejam tomados pelo menos 30 minutos antes das refeições. Este medicamento não pode ser partido, mastigado ou esmagado. A dose de VIMOVO é de um comprimido de 500 mg/20 mg duas vezes ao dia. Pacientes com insuficiência renal (mau funcionamento dos rins): VIMOVO deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal leve a moderada, e a função renal deve ser cuidadosamente monitorada. Uma redução da dose diária total de naproxeno deve ser considerada. VIMOVO não é recomendado para pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina <30 mL/minuto) devido ao acúmulo de metabólitos de naproxeno observado em pacientes com insuficiência renal grave e em pacientes em diálise. Pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado): VIMOVO deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada, e a função hepática deve ser cuidadosamente monitorada. Uma redução da dose diária total de naproxeno deve ser considerada. VIMOVO é contraindicado em pacientes com insuficiência hepática grave. Idosos (>65 anos): idosos têm risco elevado de consequências graves de reações adversas ao medicamento. Crianças (≤18 anos): VIMOVO não é recomendado para uso em crianças devido à ausência de dados sobre segurança e eficácia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas com AINEs podem ser mais frequentes em pacientes idosos (ex.: sangramento, ulceração e perfuração do sistema digestivo). Como com outros AINEs, durante o uso de VIMOVO podem ocorrer ulcerações e complicações associadas. O risco de sangramento, ulceração e perfuração do sistema digestivo com AINEs é maior com o uso de altas doses do medicamento, em pacientes com histórico de úlcera, principalmente se complicada com hemorragia ou perfuração, e em idosos. Se você tem histórico de toxicidade gastrointestinal, principalmente se for idoso, relatar ao seu médico qualquer sintoma abdominal não usual (especialmente sangramento gastrintestinal), principalmente no início do tratamento. Informe ao seu médico se estiver utilizando os seguintes medicamentos, pois eles podem aumentar o risco de ulceração ou sangramento: corticosteroides orais, anticoagulantes (ex.: varfarina), inibidores seletivos de recaptação de serotonina ou agentes antiplaquetários (ex.: ácido acetilsalicílico). Se ocorrer sangramento ou ulceração gastrintestinal durante o uso de VIMOVO, o tratamento deve ser descontinuado. Informe seu médico se durante o tratamento com VIMOVO você apresentar perda de peso sem dieta, vômitos, dificuldade para engolir alimentos, evacuar sangue vivo ou fezes escuras (tipo borra de café), e se houver suspeita ou presença de úlcera, o diagnóstico de uma doença maligna deve ser excluído, pois o tratamento com o esomeprazol pode aliviar esses sintomas e retardar o diagnóstico. Os AINEs podem estar associados com um risco aumentado de eventos cardiovasculares trombóticos graves, incluindo infarto do miocárdio e derrame (acidente vascular cerebral). Este risco pode existir logo nas primeiras semanas de tratamento. O aumento no risco cardiovascular trombótico tem sido observado mais consistentemente em doses maiores. Informe seu médico caso você tenha histórico de doença estabelecida do sistema cardiovascular (ex.: hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica, doença arterial periférica e/ou doença vascular cerebral) e fatores de risco para eventos cardiovasculares (ex.: hipertensão [pressão alta], hiperlipidemia [níveis elevados de lipídeos ou lipoproteínas no sangue], diabetes mellitus e hábito de fumar). Seu médico deverá avaliar as condições do seu sistema renal antes do início do tratamento com VIMOVO, pois o ajuste de dose pode ser necessário.…
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Você não deve utilizar VIMOVO se tiver alergia ao naproxeno, ao esomeprazol, a benzimidazóis (medicamentos anti-helmínticos benzimidazólicos) ou a qualquer outro componente da fórmula, se tiver histórico de asma, urticária ou reações tipo alérgicas induzidas pela administração de ácido acetilsalicílico ou outros AINEs, se estiver no terceiro trimestre de gravidez ou se sofrer de insuficiência (mau funcionamento) grave do fígado. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência grave do fígado (ex.: Child-Pugh C).
VIMOVO contém naproxeno e esomeprazol, podendo ocorrer o mesmo padrão de efeitos indesejáveis relatados para ambas as substâncias ativas individualmente. - naproxeno Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações, tontura, sonolência, dor de cabeça, sensação de cabeça vazia, vertigem, distúrbios visuais, zumbido, distúrbios de audição, dispneia (dificuldade respiratória), dispepsia (indigestão), dor abdominal, náusea (enjoo), vômitos, diarreia, constipação (prisão de ventre), azia, úlceras pépticas, estomatite (inflamação na mucosa da boca), prurido (coceira no corpo), equimose (mancha de origem por extravasamento de sangue na pele ou em membrana mucosa), púrpura (descoloração vermelha ou arroxeada na pele), erupção na pele, diverticulite (inflamação dos divertículos presentes no intestino grosso), fadiga (cansaço), edema (inchaço), sudorese (transpiração), sede, depressão e insônia (dificuldade para dormir). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) ou reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): testes de função hepática (do fígado) anormal, aumento do tempo de sangramento, creatinina sérica (no sangue) elevada, arritmia (ritmo anormal do coração), insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração em bombear o sangue devido a excesso de volume sanguíneo), infarto do miocárdio (morte de tecido do coração), taquicardia (batimento do coração acelerado), agranulocitose (ausência ou número insuficiente de células sanguíneas brancas chamadas granulócitos no sangue), anemia aplástica (falência na produção de células sanguíneas), eosinofilia (aumento na quantidade de células sanguíneas chamadas eosinófilos), granulocitopenia (número menor do que o normal de leucócitos granulares no sangue), anemia hemolítica (resultante da velocidade aumentada da destruição de hemácias), leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos do sangue), linfadenopatia (aumento de tamanho de gânglios linfáticos), pancitopenia (diminuição de células do sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação no sangue), disfunção cognitiva (alteração da capacidade de raciocínio), coma, convulsões, incapacidade de se concentrar, neurite óptica (inflamação do nervo óptico), parestesia (sensação de dormência na pele), síncope (desmaio), tremor, visão embaçada, conjuntivite, opacidade de córnea, papiledema (inchaço do disco óptico), audição prejudicada,…
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💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.