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ZOLDAC

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Atualizado em 06 de julho de 2026

ZOLDAC é um medicamento similar da classe ansioliticos simples, do fabricante ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA, registro ANVISA 156510023.

Registro ANVISA
156510023
Vencimento registro
2029-03
Classe terapêutica
ANSIOLITICOS SIMPLES
Princípio ativo
ALPRAZOLAM
Fabricante
zydus nikkho farmaceutica ltda

💊 Informações da bula

🎯Para que serve

Zoldac (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Zoldac (alprazolam) não deve ser administrado como substituição ao tratamento apropriado de psicose (quadro de delírio e alucinações). Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir) e/ou hiperatividade neurovegetativa (respiração curta e superficial, sufocação, palpitações ou aumento dos batimentos do coração, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, enjoo, diarreia, gases, rubores (vermelhidão no rosto), calafrios, necessidade de urinar mais vezes, dificuldades de engolir, mudanças no tom de voz, etc.), resultando em manifestações corporais variadas. Zoldac (alprazolam) também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições, como a abstinência ao álcool, no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada, um ataque repentino de apreensão intensa, terror ou medo.

💊Como tomar

ESTE MEDICAMENTO? Uso em Adultos: A dose adequada de Zoldac (alprazolam) deve ser individualizada e será estabelecida pelo seu médico baseada na gravidade dos sintomas e na sua resposta ao tratamento. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Caso sejam necessárias doses mais elevadas, essas devem ser aumentadas com cuidado, a fim de evitar reações desagradáveis. Uso em Crianças: A segurança e a eficácia de alprazolam em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas. Uso em Pacientes Idosos ou Debilitados: Recomenda-se usar a menor dose eficaz para os pacientes idosos ou debilitados para evitar sedação (sonolência) excessiva ou ataxia – dificuldade para coordenar os movimentos (vide quadro). Duração do Tratamento: Conforme os dados de estudos disponíveis, a duração do tratamento pode ser de até 6 meses para transtornos de ansiedade e de até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico. Interrupção do Tratamento: Para interromper o tratamento com Zoldac (alprazolam), a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de alprazolam seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta (vide questão 4 - O que devo saber antes de usar este medicamento?). Dosagem Recomendada Indicação Dose inicial habitual (se Intervalo da dose habitual ocorrerem efeitos adversos, a dose deve ser diminuída) Transtornos de ansiedade 0,25 mg a 0,5 mg, 0,5 mg a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas. administrados 3 vezes/dia Zoldac (alprazolam) – Bula do Paciente – versão 06 Transtorno do pânico 0,5 mg a 1,0 mg antes de A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta do dormir ou 0,5 paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no mg, administrados 3 vezes/dia máximo 1 mg a cada 3 ou 4 dias. Com alprazolam, doses adicionais podem ser acrescentadas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um grande estudo multiclínico foi 5,7 ± 2,27 mg, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente. Pacientes geriátricos ou na 0,25 mg administrados 2 ou 3 0,5 mg a 0,75 mg ao dia, administrados em doses presença de condições vezes/dia divididas; podem ser gradualmente aumentadas se debilitantes necessário e tolerado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interro…

ℹ️Precauções e advertências

DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Recomenda-se que a dose de Zoldac (alprazolam) seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo que você ache que o medicamento não está mais fazendo efeito. A redução da dose do medicamento deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual. Os sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento incluem desde leve disforia (alterações de ânimo e irritabilidade) e insônia (dificuldade para dormir) até um conjunto de sintomas mais importantes, que inclui cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões (ataques epilépticos). Podem, ocorrer também crises epilépticas (ataques epilépticos repetidos). Ver questão 6. Como devo usar este medicamento? – Interrupção do Tratamento. Se você tem problemas nos rins ou no fígado seu médico deve acompanhar seu tratamento adequadamente tomando os devidos cuidados. Habituação (condição relacionada ao consumo repetido de um medicamento, observando-se o desejo de continuar seu uso, mas com pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose) e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com Zoldac (alprazolam). Assim como ocorre com todos benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização por tempo prolongado sendo ainda maior se você tem história de alcoolismo ou abuso de substâncias. Há relatos de mortes relacionadas à superdosagem quando alprazolam é utilizado com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo opioides, outros benzodiazepínicos e álcool. Zoldac (alprazolam) deve ser adequadamente armazenado e descartado quando não utilizado (ver questão 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? E questão 9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que Zoldac (alprazolam) – Bula do Paciente – versão 06 a indicada deste medicamento?). Seu médico deve avaliar periodicamente se o tratamento com Zoldac (alprazolam) está sendo adequado para você. Transtornos do pânico têm sido associados a alguns tipos de transtornos depressivos e a relatos aumentados de suicídio no caso de pacientes que não são tratados. Dessa forma, deve-se ter o mesmo cuidado quando doses mais altas de Zoldac (alprazolam) forem utilizadas no tratamento de transtornos do pânico, assim como se tem com o uso de psicotrópicos (medicamentos com ação sobre o psiquismo) para tratar pessoas com depressão ou pessoas em que há raz…

⚠️Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? Se você alguma vez já apresentou reação alérgica ao Zoldac (alprazolam), a outros benzodiazepínicos, ou a qualquer componente da fórmula do produto, não use Zoldac (alprazolam). Zoldac (alprazolam) também não deve ser usado caso você tenha miastenia gravis (uma doença de nervos e músculos que resulta em fraqueza muscular) ou glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos). Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

🔴Efeitos colaterais

QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Os eventos adversos de Zoldac (alprazolam), se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Zoldac (alprazolam). Os eventos adversos associados ao tratamento com Zoldac (alprazolam) em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e/ou em experiências pós-comercialização são os seguintes: Zoldac (alprazolam) – Bula do Paciente – versão 06 Reações muito comuns (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam esse medicamento): depressão, sedação, sonolência, ataxia (dificuldade na coordenação motora), comprometimento da memória, disartria (fala empastada), tontura, cefaleia, constipação, boca seca, fadiga (cansaço) e irritabilidade. Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento): diminuição do apetite, confusão, desorientação (confusão mental), diminuição da libido (desejo sexual), ansiedade, insônia (dificuldade para dormir), nervosismo, aumento da libido (desejo sexual), perturbação do equilíbrio, coordenação anormal, distúrbios de atenção, hipersonia (aumento do sono), letargia (diminuição das funções vitais), tremor, visão turva, náusea, dermatite (inflamação da pele), disfunção sexual, diminuição do peso e aumento do peso. Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): mania (estado de euforia) (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?), alucinações, raiva, agitação, dependência a substâncias, amnésia, fraqueza muscular (dos músculos), incontinência urinária (dificuldade de controlar a urina) e irregularidades menstruais e síndrome de abstinência a substâncias. Frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): hiperprolactinemia (aumento da prolactina no sangue), hipomania, agressividade, hostilidade, pensamento anormal, hiperatividade psicomotora, abuso de substâncias, desequilíbrio autonômico do sistema nervoso (manifestações do sistema nervoso autônomo, como aumento da frequência cardíaca, hipotensão ao ficar em pé, dilatação da pupila, entre outros), distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), alterações gastrintestinais (do sistema digestivo), hepatite (inflamação do fígado), função hepática anormal (problemas no fígado), icterícia (pele e mucosas amarelada…

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Aviso legal

As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.