EMISTIN
ReferênciaAtualizado em 06 de julho de 2026
EMISTIN é um medicamento de referência da classe anti-histaminicos sistemicos, do fabricante EMS S/A, registro ANVISA 102350086. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 32,10.
💊 Informações da bula
EMISTIN® é indicado como antialérgico, anti-inflamatório e analgésico, em caso de inflamações onde se faça necessária a terapêutica por meio de corticoides. Destinado para o tratamento de dermatoses agudas, subagudas ou crônicas, de origem inflamatória e/ou alérgica, como eczemas (irritação na pele na qual ela fica avermelhada) e dermatites (inflamação na pele,pode ser: de contato, atópica, por estase, amoniacal, radiodermatite ou outras).
Cada comprimido contém: fumarato de clemastina* ............................................................................................................................ 1,3 mg dexametasona ............................................................................................................................................. 0,5 mg excipiente** q.s.p .......................................................................................................................... 1 comprimido *equivalente a 1,0 mg de clemastina **talco, lactose monoidratada, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, corante alumínio laca amarelo crepúsculo. II -
ESTE MEDICAMENTO? EMISTIN® deve ser administrado via oral, conforme a indicação: Adulto: 1 comprimido, 2 a 4 vezes ao dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Doses médias e grandes de corticosteroides podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e maior excreção de potássio. Pode ser necessária a restrição dietética de sal e a suplementação de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio. Após terapia prolongada, a retirada dos corticoides pode resultar em insuficiência adrenocortical secundária, causando sintomas da síndrome da retirada de corticosteroides: febre, mialgia (dor muscular), artralgia (dor em uma ou mais articulações) e mal estar. Esses efeitos podem ser minimizados por meio da redução posológica gradual. Os esteroides devem ser utilizados com cautela em colite ulcerativa inespecífica (doença inflamatória no intestino), se houver probabilidade de iminente perfuração, abscessos ou outras infecções piogênicas, diverticulite (inflamação dos divertículos presentes no intestino grosso), anastomose intestinal recente (cirurgia recente), úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão, osteoporose e miastenia grave (doença neuromuscular). Sinais de irritação do peritônio (membrana serosa que forra a parede abdominal), após perfuração gastrointestinal, em pacientes recebendo grandes doses de corticosteroides, podem ser mínimos ou ausentes. Os corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. Hipotireoidismo e cirrose: há maior efeito dos corticosteroides. Malária cerebral: o uso de corticosteróide está associado com um prolongamento do coma e à maior incidência de pneumonia e hemorragia gastrointestinal. O uso prolongado do corticosteróide pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível lesão dos nervos ópticos e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devido a fungos ou vírus. Avise ao seu médico se houver aumento da dor acompanhado de inchaço local, maior restrição no movimento articular, febre e mal estar, pois podem ser indícios de um problema grave que deverá ser tratado pelo médico. Pacientes Idosos: Não constam na literatura relatos sobre advertências ou recomendações especiais do uso adequado por pacientes idosos. Gravidez e lactação: Pelo fato de não terem realizado estudos de reprodução humana com os corticosteroides, o uso destas substâncias na gravidez ou na mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para a mãe e o embrião ou o feto. Crianças nascidas …
ESTE MEDICAMENTO? EMISTIN® é contraindicado para pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula, nos casos de dermatoses provocadas por vírus ou por fungos, nas lesões cutâneas tuberculosas. Pacientes que apresentam tuberculose, insuficiência cardíaca congestiva (condição patológica em que o coração não consegue bombear o sangue suficientemente para o corpo todo), úlcera duodenal em atividade, hipertensão arterial (pressão sanguínea alta), psicoses (condição mental em que há perda de contato com a realidade), diabetes, infecções graves e nos três primeiros meses de gravidez não devem usar EMISTIN®. Este medicamento é contraindicado para gestantes nos 3 primeiros meses de gestação. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? - Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sonolência, secreções brônquicas (muco, catarro), hipersecreção gástrica, aumento do apetite, infecções, insônia, nervosismo. - Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diabetes mellitus, hemorragia gastrointestinal, hipercortisolismo (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue), períodos menstruais irregulares, osteoporose (diminui da massa óssea). - Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor e inchaço abdominal, reações alérgicas (dermatite, anafilaxia, etc), anorexia (distúrbio alimentar em que a pessoa ingere quantidade insuficiente de alimentos), distúrbios sanguíneos, tontura, nariz e garganta e boca secos, disúria (dificuldade para urinar), excitação, extrassístole (falhas de um batimento cardíaco), alucinações, dores de cabeça, hiperidrose (excesso de suor), funções cognitivas prejudicadas, pesadelos, problemas na pele (prurido, fotossenssibilidade, rash, urticária), taquiarritmia (arritmia cardíaca que se apresenta com batimentos acelerados), zumbido (no ouvido), tremores, alterações visuais, xerostomia (redução de saliva), convulsões, testes de função hepática anormais, pancreatite aguda (processo inflamatório agudo do pâncreas), acne vulgar, hipertensão intracraniana benigna (aumento da pressão intracraniana), retenção de líquidos, bradicardia (diminuição na freqüência cardíaca), parada cardíaca, catarata, embolia devido ao colesterol (obstrução de vasos), insuficiência cardíaca crônica, distúrbios da condução do coração, delírio, depressão, dispnéia (falta de ar), equimose (manchas roxas), edema (inchaço), eritema (herpes ou a uma possível reação alergia), úlcera esofágica (úlcera no esôfago) e péptica, desmaios, falsa sensação de bem- estar, rubor, fraturas, glaucoma ( aumento da pressão ocular), glicosúria (glicose é eliminada na urina), hepatomegalia (tamanho do fígado está aumentado), soluços, hirsutismo (crescimento excessivo de pêlos), hipertensão (pressão alta), cicatrização prejudicada, lipodistrofia (alterações na massa corpórea), letargia, alteração de humor, fraqueza muscular, miopatia (dores musculares), neuralgia (breves choque elétrico), neuropatia (doença do sistema nervoso), hipertensão ocular, parestesia, petéquias (pequenas manchas na pele devido a sangramento de pequenos vasos), ed…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.