PERLID
SimilarAtualizado em 06 de julho de 2026
PERLID é um medicamento similar da classe neurolepticos, do fabricante PRATI DONADUZZI & CIA LTDA, registro ANVISA 125680292. Preço máximo (PF, CMED, ref. Abril/2026): R$ 34,09.
💊 Informações da bula
Perlid é um medicamento usado para tratar as assim chamadas psicoses (por exemplo, esquizofrenia). Isto significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento, às emoções e/ou às atividades, tais como: confusão, alucinações, distúrbios da percepção (por exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente), desconfiança incomum, isolamento da sociedade, ser excessivamente introvertido, etc. Perlid também melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes transtornos. Perlid pode ser usado tanto em quadros de início súbito (agudos) como nos de longa duração (crônicos). Além disso, após o alívio dos sintomas, Perlid é usado para manter os distúrbios sob controle, isto é, para prevenir recaídas. A substância ativa do Perlid é a risperidona. Perlid também é usado, por até 12 semanas, em demência relacionada à doença de Alzheimer moderada a grave, especificamente para controlar agitação, agressividade ou sintomas psicóticos (tais como acreditar em coisas que não são verdadeiras, ou ver, sentir ou ouvir coisas que não existem). Outra condição para a qual você pode receber Perlid é a mania, caracterizada por sintomas como humor elevado, expansivo ou irritável, autoestima aumentada, necessidade de sono reduzida, pressão para falar, pensamento acelerado, redução da atenção e concentração ou diminuição da capacidade de julgamento, incluindo comportamentos inadequados ou agressivos. Perlid também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista, em crianças e adolescentes, incluindo sintomas de agressão a outros, autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor.
Cada mL da solução contém: risperidona ............................................. 1 mg veículo q.s.p............................................ 1 mL Excipientes: ácido tartárico, ácido benzoico, hidróxido de sódio e água purificada. II -
ESTE MEDICAMENTO? Modo de usar: Perlid é apresentado na forma de solução que deve ser tomada por via oral. A solução oral contém 1 mg de risperidona por mL. A solução é acondicionada em frascos de 30 mL, acompanhado de uma seringa dosadora, com a qual você pode retirar a quantidade exata da solução. Uma seringa cheia contém 3 mL de solução. A menor quantidade que você poderá retirar do frasco com a seringa dosadora é 0,25 mL, o que corresponde a 0,25 mg de risperidona. Você pode tomar Perlid com as refeições ou entre elas. A solução pode ser adicionada a qualquer bebida não alcoólica, com exceção de chá. É muito importante que a quantidade correta de Perlid seja tomada, mas isto varia de pessoa para pessoa. É por isto que seu médico ajustará a quantidade de solução, até que o efeito desejado seja obtido. Então, siga as instruções de seu médico cuidadosamente e não altere ou interrompa a dose sem consultá-lo. Instruções para a utilização da seringa dosadora Abra o frasco do medicamento e desembale a seringa dosadora e o adaptador do frasco. Siga os passos descritos abaixo: 1. Segure o frasco com firmeza e insira o adaptador no bocal do frasco. 2. Encaixe a seringa dosadora no adaptador do frasco. Certifique-se de que esta está bem encaixada. 3. Vire e segure firmemente o frasco deixando-o na posição vertical e apoie a seringa com o dedo sem soltá-la. Puxe cuidadosamente o êmbolo medindo o volume em mL conforme a dose recomendada pelo médico. 4. Desvire o frasco e desencaixe a seringa dosadora do adaptador. Transfira o conteúdo da seringa em qualquer bebida não alcoólica, exceto chá, empurrando o êmbolo até o final da seringa. 5.Tampe o frasco e não retire o adaptador. Lave bem a seringa dosadora com água corrente. Posologia Esquizofrenia: adultos: Perlid pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficia-se de doses entre 4 e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado à risper…
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Estudos em pacientes idosos com demência demonstraram que risperidona administrada isoladamente ou com furosemida, está associada a um maior índice de óbito. Informe seu médico se você estiver tomando furosemida. A furosemida é um medicamento utilizado para o tratamento de pressão alta ou inchaço de partes do corpo pelo acúmulo de excesso de fluido. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente com risperidona. Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência. Perlid_risperidona_bula_paciente 1 Em pacientes idosos com demência, alterações repentinas no estado mental, fraqueza repentina ou paralisia da face, braços ou pernas, especialmente de um lado ou casos de fala arrastada têm sido observados. Se algum destes sintomas ocorrer, mesmo que durante um curto período de tempo, procure seu médico imediatamente. O uso de risperidona com medicamentos para o tratamento de pressão alta pode resultar em pressão baixa. Portanto, se você precisar usar risperidona e medicamentos para reduzir a pressão arterial, consulte o seu médico. Diga a seu médico se você ou alguém em sua família tem histórico de coágulos no sangue. Estes coágulos foram encontrados nos pulmões e pernas de pacientes que utilizam risperidona. Coágulos de sangue nos pulmões podem ser fatais. Em poucas pessoas usando medicamentos chamados de “antagonistas alfa 1a-adrenérgicos”, incluindo a risperidona, durante um tratamento prolongado, Perlid pode causar contraturas involuntárias no rosto. Se isto acontecer, consulte seu médico. Perlid também pode provocar, muito raramente, um estado de confusão mental, redução da consciência, febre alta, ou sensação de contratura muscular. Nestes casos, procure seu médico imediatamente e informe que você está tomando risperidona. Como números perigosamente baixos de um certo tipo de células brancas do sangue, necessárias no combate a infecções no seu sangue, têm sido encontrados muito raramente em pacientes tomando risperidona, seu médico deverá verificar sua contagem de células brancas. Diga a seu médico se você sabe que já apresentou níveis baixos de células brancas no passado (que podem ou não ter sido causados por outros medicamentos). Aumento de açúcar no sangue tem sido relatado muito raramente. Procure seu médico se você apresentar sintomas como sede ex…
ESTE MEDICAMENTO? Não tome Perlid se você for alérgico a este medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. A alergia pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção da pele, coceira, encurtamento da respiração ou inchaço facial. Na ocorrência de qualquer um destes sintomas, contate seu médico imediatamente.
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Assim como todos os medicamentos, a risperidona pode causar efeitos adversos. As reações adversas relacionadas ao tratamento com Perlid estão listadas a seguir. Se você tiver algum desses sintomas, consulte seu médico. Dados de estudos clínicos: reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos em paciente com transtorno autista: as seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona em 3 estudos clínicos em pacientes pediátricos tratados por irritabilidade associada ao transtorno autista, com incidência igual ou maior do que 5%: Distúrbio gastrintestinal: vômito, constipação, boca seca, náusea, hipersecreção salivar. Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, febre, sede. Infecções e infestações: nasofaringite, rinite, infecção do trato respiratório superior. Investigações: aumento de peso. Distúrbios do metabolismo e nutrição: aumento de apetite. Distúrbios do sistema nervoso: sedação, incontinência salivar, cefaleia, tremor, tontura, parkinsonismo*. Distúrbios renal e urinário: enurese (incontinência urinária). Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino: tosse, coriza, congestão nasal. Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção cutânea. *Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda denteada e tensão muscular. A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos em pacientes adultos com vários transtornos psiquiátricos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. A maioria das reações adversas foi de intensidade leve a moderada. Adultos: as seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos tratados com risperidona: infecções e infestações: nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, sinusite, infecção do trato urinário; distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia; distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade; distúrbios psiquiátricos: insônia, ansiedade, nervosismo; distúrbios do sistema nervoso: Parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos, tornando seus movimentos irregulares e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de Parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva, e perda da expressão do rosto)*, acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tr…
💰 Preços regulados (CMED)
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As informações acima têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta profissional médica ou farmacêutica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou modificar qualquer tratamento farmacológico.